sábado, 22 de novembro de 2014

Nunca Desista; Deus está Sempre Com Você.

(Imagem Ilustrativa)
São tantas as situações do dia a dia, que nos deixa na maioria das vezes abatidos e pensando que tudo está perdido, mas vamos pensar com a mente da fé, Deus nos colocou aqui para uma missão, e cada um tem a sua, mas para isso precisamos muitas vezes descobrir nas dificuldades, o que realmente o Senhor Jesus Cristo, planejou para nós.

Sabemos que em determinados momentos de desespero, chegamos até a fazer alguns questionamentos, que não devia ser feitos, e sim acreditar que sempre iremos vencer por maior que sejam às dificuldades, quantos de nós não já se perguntou em um momento de aflição “ Me Deus, porque eu ainda estou vivendo, me leva deste mundo” eu prefiro morrer a ficar sofrendo, este um dos maiores erros que cometemos por falta de conhecimento do Deus vivo e da comunhão honesta e verdadeira com Cristo.

 Portanto, antes de falar qualquer busque forças no espírito santo, pedindo orientação sobre sua vida, pois nem sempre o que sai da boca do homem vem de Deus, e isto não acontece só com pessoas leigas não, acontece também com padres, pastores evangélicos e muitos outros religiosos, então muito cuidado, quando estives em momentos turbulentos, e nunca desista, pois Deus é contigo e não vai permitir que você faça o que não deve, mas para isso é preciso que sejamos convictos do amor de Cristo Jesus por nossas vidas.

A palavra de Deus ensina que devemos ter fé, pois a fé cura, liberta, salva, transforma e muito mais, porém a fé deve ser verdadeiramente em Cristo, porém a palavra do Senhor nos mostra que a fé sem obras é morta,.

Portanto de nada vale você dizer eu tenho fé e ficar de braços cruzados esperando às coisas acontecerem, você precisa agir e só assim tudo pode mudar em sua vida, pense nisto e nunca desista principalmente de viver.


Por Diácono Sérgio Ramos

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

“Evangelho perdido”: Livro diz que Jesus se casou e teve dois filhos com Maria Madalena

Um novo livro afirma Jesus casou com Maria Madalena, 
uma teoria que também é abordado no filme: 
A Última Tentação de Cristo
Jesus foi casado com Maria Madalena e um pai dedicado de dois filhos! É o que defende um novo livro lançado na Inglaterra esta semana, que traz a tradução de um antigo manuscrito que foi batizado de “Evangelho Perdido de Jesus”.

O texto escrito em aramaico tem cerca de 1.500 anos de idade, revelando detalhes da vida de Jesus cerca de 13 anos antes da sua crucificação. Entre os dados curiosos está que Maria Madalena era a mesma pessoa que a Virgem Maria.

Embora pareça obra de ficção, o livro The Lost Gospel, foi escrito pelo professor Barrie Wilson, que leciona Estudos Religiosos na York University de Toronto, e o escritor e cineasta Simcha Jacobovic. No dia 12, quando será oficialmente lançado, eles prometeram revelar os nomes dos dois filhos de Cristo e Maria Madalena.

O material traz relatos como uma tentativa de assassinato contra Maria e os filhos, além das conexões políticas de Jesus com o imperador Tibério e um soldado influente chamado Sejano. Mais detalhes serão mostrados à imprensa na conferência realizada esta quarta na Biblioteca Britânica. O local foi escolhido por que após ser comprado pelo Museu Britânico em 1847, acabou sendo enviado para a Biblioteca Britânica 20 anos atrás, onde foi “descoberto” pelos autores.

Wilson e Jacobovic passaram meses traduzindo o texto, que recebe severas críticas de especialistas. Sua autenticidade foi questionada, bem como sua precisão histórica. Este não é o primeiro registro a afirmar que Jesus se casou com Maria Madalena. Desde o sucesso do livro e filme ficcional “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, na década passada, o assunto teve seu interesse renovado.

O “Evangelho Perdido” possui 29 capítulos e seria uma cópia produzida no sexto século de um original redigido no primeiro século. Os tradutores afirmam que o relato do casamento é feito por meio de uma história codificada, recontando o que seria o casamento do personagem do Antigo Testamento José e sua esposa egípcia Aseneth. Esses seriam codinomes para Jesus e Maria Madalena.

Em 2012, um fragmento de papiro egípcio escrito em copta com conteúdo similar foi descoberto. Contudo, os resultados do teste de datação reforçaram a probabilidade de ser fraudulento, segundo o Vaticano.

Mostrado ao mundo por Karen King, pesquisadora da renomada Universidade Harvard, ele teria sido escrito no século IV, mas provavelmente é apenas a cópia de um texto anterior, datado de 150 d.C.

Esse tipo de “nova revelação” sobre a figura de Jesus surgiu repetidas vezes ao longo da história em livros “apócrifos”. Entre os mais famosos são evangelhos atribuídos a Maria Madalena e aos apóstolos Tomé e Judas. Contudo, embora falem sobre a vida de Jesus de modo divergente dos Evangelhos do Novo Testamento, não mencionam uma esposa e tampouco filhos de Jesus.

Greg Carey , professor de Novo Testamento do Seminário Teológico de Lancaster, escreveu um longo artigo rebatendo as afirmações especialmente por que Simcha Jacobovici já tentou outras vezes contrariar o relato das Escrituras, apresentando ao mundo um “túmulo de Jesus” que mais tarde provaria ser uma fraude. O pastor e teólogo Alessandro Brito, que estudou na Inglaterra com o Dr. Pieter Lallaman, diz que esse assunto é antigo, não passando de “ficção e enredos de romance”.

Fonte: ADIBERJ/Com informações Daily Mail e The Sunday Times


domingo, 2 de novembro de 2014

Dia de Finados: Uma Reflexão Sobre o Morto Vivo

(Foto Meramente Ilustrativa)
Morto vivo é uma palavra bastante conhecida em blocos carnavalescos, e também quando se refere a alguém que se faz de morto para enganar ou levar vantagem sobre outras pessoas.

Porém não é sobre este tipo de morto, que levarei para todos nós uma breve reflexão, então começo a discorrer da seguinte maneira, hoje muitos estão indo aos cemitérios levar flores e velas aos túmulos dos seus entes queridos, os quais já partiram desta vida, e isto merece todo o nosso respeito.

Muito bem, dito isto, pense comigo; Quantas pessoas estão entre nós andando vivos em corpo, mas mortos em espírito?,  se não vejamos vários aspectos que fazer o homem morrer mesmo estando vivo, muitos de nós cometemos o erro de sermos prioritariamente ambiciosos, buscando bens matérias, posições sociais e por ai vai.

Esquecendo-se  do mais importante para nossas vidas, assim como diz a bíblia “Buscai primeiro às coisas que vem do Alto”, mas infelizmente não temos levado a sério esse alerta que nos é dado por Cristo Jesus, por meio de sua palavra. Muitos dos que vivem em meio à humanidade tem menosprezado o seu semelhante, chegando ao ponto de passar por cima da moral e da ética, apenas para se dá bem na vida material, essas atitudes matam muita gente, pense nisso, pois Deus criou a cada um de nós para vivemos em comunidade, mas, o que se ver, são pessoas orgulhosas e o mínimo de amor para com outro, portanto, podemos a estes chamar de vivos mortos.

Agora veja o que a bíblia nos ensina sobre a morte e o julgamento:

Nascemos, vivemos e morremos. E depois? Esta pergunta tem desafiado a humanidade através da História do Mundo. Nosso entendimento do que acontece após a morte influenciará muito a maneira pela qual vivemos. Para aqueles que procuram agradar a Deus, é importante saber o que ele revelou sobre este assunto. Só por um estudo da Bíblia podemos evitar os perigosos erros da sabedoria humana.

O que é a morte? O que acontecerá depois que morrermos? A Bíblia responde a essas perguntas.

O que é a morte?

A morte é uma separação. Podemos entender este fato claramente, considerando como a Bíblia descreve a morte espiritual. Comecemos no livro de Gênesis, onde encontramos pela primeira vez o conceito de morte.

Quando Deus disse a Adão que não comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele revelou que a consequência da desobediência seria a morte no mesmo dia do pecado (Gênesis 2:17). Com certeza, Deus cumpriu sua promessa sobre a consequência do pecado, porque ele sempre fala a verdade e nunca quebra uma promessa. Por causa do pecado do casal original, Deus expulsou-os do Jardim do Éden (Gênesis 3:23-24). Mesmo tendo Adão vivido, em seu corpo físico, por 930 anos, ele e sua esposa morreram no dia de seu pecado, no sentido de que eles foram separados de Deus. A morte espiritual é a separação de Deus.

O caso de Adão e Eva nos ajuda a entender que é possível estar fisicamente vivo, enquanto morto espiritualmente (veja Efésios 2:1-6, por exemplo). A razão para esta morte espiritual esta separação de Deus é sempre a mesma. Separamo-nos de Deus pelo nosso próprio pecado (Isaías 59:1-2).

A morte física também é uma separação. Quando o corpo está separado do espírito, ele está morto (Tiago 2:26). Eclesiastes 12:7 nos diz que isto é o que acontece no fim da vida física: “O pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu”.

O que acontecerá após a minha morte?

É claro que o espírito voltará a Deus, mas o que ele fará com meu espírito? Mesmo que a Bíblia possa não satisfazer toda a nossa curiosidade sobre o que acontece depois da morte, ela é clara ao apresentar diversos fatos vitais:

Deus confortará o fiel e mandará o ímpio para um lugar de tormento (Lucas 16:25).

Deus julgará cada pessoa (Hebreus 9:27). Este julgamento será de acordo com a palavra que Deus revelou através de seu Filho (João 12:48). Ele julgará as coisas que fizemos em corpo (2 Coríntios 5:10). Passagens como Mateus 25:31-46 e 2 Tessalonicenses 1:7-12 mostram claramente que haverá uma eterna separação (morte espiritual) entre os justos (obedientes) e os injustos (desobedientes).

Podemos concluir, então, que a morte eterna não é o fim da existência, mas uma eterna separação de Deus. É óbvio no caso do homem rico, porém desobediente, em Lucas 16 que uma pessoa ainda estará consciente, mas que o injusto nunca poderá atravessar a separação para estar na presença de Deus.

Infelizmente, há muitas doutrinas conflitantes sobre a morte e a eternidade. Consideremos, brevemente, quatro exemplos de doutrinas humanas que contradizem o ensinamento da Bíblia.

Doutrina humana: A morte é o fim da existência

As pessoas que não acreditam na existência de Deus, obviamente, negam a ideia de vida após a morte. Outros, mesmo entre aqueles que se proclamam seguidores de Jesus, ensinam que os injustos deixarão de existir, quando morrerem. Em contraste, Jesus claramente ensinou que a existência não cessa com a morte (Mateus 22:31-32; Lucas 16:19-31). O problema fundamental nesta doutrina humana que diz que a existência cessa com a morte, é o erro de não entender que a morte é uma separação, e não o fim da existência da pessoa (veja Tiago 2:26). Algumas igrejas, seguindo doutrinas de homens, negam a existência do inferno, mas a Bíblia mostra que todos serão julgados e separados, os justos para a vida eterna e os ímpios para o castigo eternamente, separados de Deus para sempre (João 5:28-29; Mateus 25:41,46).


Por Sérgio Ramos/Diácono