Dia da Igreja Perseguida!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Reuel Bernardino renuncia à presidência do Gideões Missionários


Do Noticias Gospel Prime:
Reuel Bernardino. (Foto: Reprodução / Youtube)
Reuel Bernardino, pastor presidente da Assembleia de Deus em Camboriú, Santa Catarina e também presidente do Gideões Missionários da Última Hora renunciou aos cargos em anúncio nas redes sociais.
Ele afirmou que pediu jubilação à Convenção das Assembleias de Deus de Santa Catarina (CIADESCP), entregando assim tanto a direção da igreja como do ministério missionário.
“Não suportei mais tanta falsidade e ingratidão. Passo a cuidar de minha saúde daqui por diante e servir a Deus com liberdade”, queixou-se.
Presidente da instituição após a morte do seu pai, pastor Cesino Bernardino, a administração de Reuel era envolta em problemas financeiros.
“Quero louvar a Deus por tudo que fiz pelos Gideões desde que iniciei com meu saudoso pai”, afirmou. O Gospel Prime entrou em contato com o pastor Hueslen Ricardo Santos, vice-presidente do ministério que confirmou a informação.
Também fizemos contato com o pastor Reuel que até o fechamento da matéria não havia respondido.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Dezembro; Mês que a FALSIDADE Aflora!

(REPRODUÇÃO DO GOOGLE)

Muito particularmente, este é o mês do ano que gosto menos, visto que à maioria das pessoas passam o ano inteiro e não dirige uma palavra a ninguém. Mas quando chega a passagem de ano, aproximam-se de você com toda falsidade do mundo.

Jesus Cristo nos ensina que devemos nos amar uns aos outros, como ele nos amou. Porém; lamentavelmente até pessoas ligadas a seguimentos religiosos, com o sem cargos nos templos, vivem sem pô em prática o que nos é ensinado.

“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei”. João 15:12

Diariamente pessoas vão às missas e cultos apenas por irem, visto que não são igrejas e nem vivem o evangelho de Cristo em seu dia a dia. Se o caso for entre evangélicos, só seus irmãos dentro do templo, na rua parece que não conhece você. Já entre os católicos romanos, vão a missa com frequência, mas se pudesse matariam todas as pessoas que não gostam.

Passam o ano inteiro agindo assim, mas ao chegar o mês de dezembro posam de bons samaritanos. Eu aprendo com Cristo, que devemos amar todos, que gostemos deles ou não, em qualquer tempo e independente de sua classe social ou religião.

Devemos ser cristão e não brincar de ser. A atenção, amor e carinho pelo outro deve ser demostrado diariamente e não apenas nos momentos que nos convém. Muitos pensam que o dinheiro é tudo, mas isto pode ser essencial, mas não fundamental, uma vez que a presença e um abraço sincero em muitas ocasiões valem e surti mais efeito na vida do outro.

Não adianta fazer promessas ao apagar das luzes, e ao iniciar o novo não procurar uma transformação verdadeira em nossas vidas e em nossos atos.

Por fim; dezembro não apenas o mês de trocar os móveis de casa, comprar roupas novas, trocar presentes entre outras coisas tão superficiais. Antes de tudo isto, é o mês que na tradição comemora-se o nascimento de Cristo, o salvador e redentor de nossas vidas.


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

A imagem da semana: Uma cena para sensibilizar o ser humano


Da Redação:


Uma imagem que marca a semana. Um cachorro entra na Igreja de Nossa Senhora das Victórias, durante a celebração de uma missa na programação do Cerco de Jericó. E como o próprio padre descreveu, exatamente no momento do abraço da PAZ, o animal subiu o altar e foi até ele.

Mesmo sem ter pedido autorização ao padre José Sebastião Costa, eu tomei a liberdade de publicar, visto que a imagem já circula pelas redes sócias.

A cena que para muitos pode parecer engraçada, eu vejo como um chamamento aos seres humanos, para que despertem e percebem que devesse descer do salto e olhar mas para o próximo.

O cachorro, animal tido como irracional, nos mostra na prática e nos dar uma lição, de que todos são carentes de afeto. Mas lamentavelmente, estamos vivendo em sociedade, que a cada dia se torna mais egoísta, pensando só em si e deixando as coisas essenciais da vida. É na simplicidade que nossas vidas têm sentido.

Busquemos então, amar as pessoas do jeito que elas são e sem impor condições. Quantas pessoas vivem à espera de um abraço, assim como este animal? E muitas vezes, passamos distante, como se elas não existissem!

São pessoas, que lotam as igrejas, mas não tem o sentimento de Cristo na sua vida diária, vivem a pisar e humilhar seus semelhantes, tentado com isto, desestabiliza-los e muitas vezes tomar sua colocação no trabalho e em outras áreas da vida. Existe exceções é claro, porém, uma grande maioria vai à igreja por fachada, e não buscar os ensinamentos do Senhor Jesus.

Escrevemos estas palavras como uma crítica, mas como um alerta, pois precisamos viver um verdadeiro evangelho e nos colocarmos sempre no lugar do outro, compadecendo-se com suas dores e, alegrando-se com suas conquistas.

Pr. Sérgio Ramos

sábado, 3 de novembro de 2018

Aprendendo com Estêvão


Portal Adiberj:
Tenho aprendido muito com os servos de Deus, e suas histórias, lendo a Bíblia. Compartilhando um pouco do que tenho aprendido, quero trazer lições que aprendi lendo sobre Estêvão. Vamos lá?
Em Atos, capítulos 6 e 7, lemos sobre esse servo que tem muito a nos ensinar.
No capítulo 6, vemos a escolha dos diáconos, homens que auxiliariam os 12, para que eles se aplicassem à oração e ao ministério da palavra (At 6.4).
As qualificações para a atividade de diácono deveriam ser as seguintes: “boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria” (At 6.3). E é aqui que entra Estêvão, um dos escolhidos e chamado de “homem cheio de fé e do Espírito Santo” (v. 5). Vamos começar com essas características.
Boa reputação. Estêvão tinha um bom conceito, uma boa fama. Não falavam mal dele.
Fico pensando neste tempo em que vivemos. É muito complicado ter uma boa reputação; mesmo quando a pessoa anda “na linha”, sempre tem alguém para falar algo, mas ainda encontramos pessoas cuja reputação é admirável. Estêvão era assim.
Como está a sua reputação?
Cheio do Espírito Santo. Como precisamos de pessoas cheias do Espírito Santo! Pessoas repletas da presença de Deus e usadas por Ele. Pessoas diferenciadas, pois quem tem Deus sempre é diferente. Pessoas que manifestem o bom perfume de Cristo através da própria vida.
Você é cheio do Espírito Santo?
Cheio de sabedoria. Aprendemos que o “temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. Estêvão vivia isso. No versículo 10 diz que “não podiam resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava”. Que homem era esse? Era um homem dominado pelo Senhor, pelo Espírito Santo. Um homem que não brincava de ser crente, mas era cristão verdadeiro, temente e que manifestava isso por onde passava.
Você tem recebido a sabedoria do Senhor?
Cheio de fé e de poder. Não podia ser diferente. Estêvão tinha muita fé, mas não era fé em qualquer coisa, como muitos têm hoje. Tem gente que acha que o importante é crer, não importando em que se crê, mas não é assim.  Estêvão tinha fé em Deus, era dominado pelo poder do Senhor, “fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (v. 8), transmitia aos outros o “bem” que possuía.
A fé faz a diferença. Se você parar para analisar os grandes feitos dos homens e mulheres da bíblia, vai descobrir que eles venceram pela fé. Se não acredita, dê uma olhada em Hebreus 11 e veja, com seus olhos, o que pode fazer uma pessoa quando deposita sua fé no Deus do impossível. Que tal exercitarmos nossa fé?
Conhecimento bíblico. Eu sei que ele não tinha a bíblia, assim como temos hoje, mas ele conhecia muito bem toda a narrativa bíblica até aquele momento no qual vivia. Se você quiser dar uma conferida, leia Atos capítulo 7 e verá com que precisão Estêvão falou de tudo que Deus fizera até aquele momento.
Se a ideia é aprender com ele, que tal começar a estudar a bíblia para ter o conhecimento que ele tinha? É vergonhoso o conhecimento quase zero que alguns “cristãos” têm da Palavra!
Coragem. Se já leu o capítulo 7 de Atos, deve ter percebido que Estêvão, em nenhum momento, ficou preocupado com o que fariam com ele, mas falou ousadamente, mostrando àqueles homens a sua falsa devoção.
Da mesma forma, nós, cristãos, não podemos nos calar diante do erro e do pecado. Cheios do Espírito Santo, devemos falar de Deus e da Sua Palavra.
Você tem tido coragem para anunciar evangelho?
Coração perdoador. É extremamente importante falar sobre isso, já que muita gente insiste em dizer que Jesus perdoou aos seus agressores porque Ele era (é) Deus, mas Estêvão nos mostra que o ser humano pode fazer isso também.
Preste atenção no texto: “Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele. E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo. E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: ‘Senhor Jesus, recebe o meu espírito’. E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: ‘Senhor, não lhes imputes este pecado’. E, tendo dito isto, adormeceu” (Atos 7:57-60).
Partiram para cima dele, apedrejaram-no e o que ele fez? Orou por eles. Sinceramente, dá até vergonha de pensar em quantas vezes desejamos mal ao próximo por coisas muito menores. Nem vou citar nada aqui. Talvez você possa dizer que “é muito difícil”, e eu concordarei com você, mas é possível, e eu quero ser assim. Não quero viver conforme a carne, mas conforme o Espírito Santo. Humanamente falando é muito complicado, mas, deixando Deus viver através de nós, poderemos chegar a esse nível de espiritualidade. Também quero orar por quem estiver me “apedrejando”.
Estêvão é um bom exemplo de um homem cuja fé devemos imitar. Que esse desejo esteja em nosso coração a cada dia de nossa vida.
Wanderson Miranda de Almeida
Escritor e Colunista deste Portal
www.wandersonmiranda.com


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Metade dos evangélicos estão influenciados por crenças da Nova Era, diz pesquisa


Fonte: Guiame/Adiberj
Aproximadamente a metade dos evangélicos estão influenciados por alguma crença da Nova Era, conforme indica o novo estudo da Pew Research Center. Realizado nos Estados Unidos, o levantamento identificou que 24% dos entrevistados evangélicos concordam que pode existir energia espiritual dentro de coisas físicas.
A pesquisa continua apresentando dados e afirma que 33% acredita em médiums. Ainda aponta que 19% aceita a ideia de reencarnação e 18% acredita em astrologia. O centro de pesquisa entrevistou tanto cristãos quantos não-cristãos e descobriu que as ideias defendidas pelo movimento conhecido como Nova Era se difundem de diferentes maneiras.
Isso seria impensável há algumas décadas, entre os que se declaram evangélicos. Mas parece que a tendência segue um fluxo crescente e que alcança crenças ocultistas da sociedade como um todo.
Cerca de 47% dos evangélicos entrevistados afirmam acreditar em pelo menos uma das quatro crenças da nova apresentadas. Essa porcentagem é maior ainda entre os católicos (70%). Ao mesmo tempo, 22% dos ateus e 56% dos agnósticos também afirmam aceitar pelo menos uma delas.
Claire Gecewicz, analista de investigação da Pew Research Center, destaca que essas crenças de Nova Era não substituem os credos ou práticas religiosas dos cristãos e 80% deles dizem acreditar em Deus e na Bíblia.
Sem barreiras, essa influência acontece por motivos culturais ou por falta de ensino claro do que as Escrituras dizem sobre estes temas. Mostra uma evidente absorção crescente de ideias antibíblicas por parte dos segmentos evangélicos.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

Fascistas, esquerdopatas e o Evangelho


DO ADIBERJ:
“Vocês ouviram o que foi dito a seus antepassados: ‘Não mate. Se cometer homicídio, estará sujeito a julgamento’. Eu, porém, lhes digo que basta irar-se contra alguém para estar sujeito a julgamento. Quem xingar alguém de estúpido, corre o risco de ser levado ao tribunal. Quem chamar alguém de louco, corre o risco de ir para o inferno de fogo” (Mt 5.21-22). Os cristãos parecem que se esqueceram dessas palavras de Jesus. Ignoram-nas solenemente. Nos embates político-eleitorais que têm ocorrido no Brasil, o que mais temos feito é xingar quem discorda de nós de coisas como “estúpido”, “louco”, “fascista”, “esquerdopata” e coisas assim. Estamos errados.
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Devemos discutir ideias, não desqualificar pessoas. Devemos lidar com quem se opõe com instrução e não com briga, e isso com mansidão e paciência (2Tm 2.24-26). A ideia de agirmos como profetas barbudos e com sangue nos olhos xingando e assassinando os profetas de Baal e os idólatras não cabe a nós na proposta da nova aliança de Cristo. Isso é teologia básica.
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A ira pertence a Deus. Jesus vira as mesas dos cambistas e achamos que isso nos dá direito de chibatar quem pensa diferente de nós. Não dá. Não somos Deus. Esquecemos de que a retribuição pertence exclusivamente a Deus (Rm 12.19-21) e que a ira humana é obra da carne cuja prática sistemática sem arrependimento nos torna indignos de herdar o reino dos céus (Gl 5.19-21). Não fui eu quem inventou isso, está na Bíblia, em afirmações feitas por pessoas como Jesus e Paulo.

A nós resta agir como Jesus nos ensinou no Sermão do Monte (Mt 5–7), em Romanos 12.17-19, em 1 09Tessalonicenses 5.14-15. Não tenha preguiça, vá à Palavra e leia esses trechos da Escritura. Mas temos preferido fechar os olhos e os ouvidos a essas realidades e a reproduzir uma forma agressiva e bruta de agir, que está a anos-luz daquilo que chamamos de ética cristã. Estamos errados. E estamos perdendo uma oportunidade ímpar de salgar e iluminar o mundo.
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Você tem três semanas de campanha eleitoral pela frente. Uma oportunidade magnífica de cair em si, arrepender-se de quando chamou quem pensa diferente de você de “racá”, isto é, estúpido, louco, fascista, esquerdopata e gentilezas semelhantes. Uma oportunidade única de ser sal da terra e luz do mundo. Como você se comportará só cabe a você e à opção que fizer: ser um cristão agindo como cristão ou ser um cristão que defende o cristianismo de modo nada cristão.
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Não imite os maus exemplos, mesmo que eles venham de pastores, teólogos e líderes religiosos de quem você é tiete. Celebridades do mundo cristão também pecam e erram. Dê você o exemplo a eles. Aproveite estas três semanas para reler o Novo Testamento. Acalme a cabeça e volte ao seu juízo perfeito. Vença o mal com o bem e não com o mal. Lutar o bom combate com as armas do inimigo é o mais perfeito absurdo. Não vá ao sabor da massa, finque os pés no chão, reencontre seu prumo e cuide daquilo que sai de sua boca e da ponta de seus dedos.

Não me importa, para esta reflexão, se você é de esquerda ou de direita, se vota em Bolsonaro ou em Haddad. Numa democracia, você pode votar em quem quiser, sem que eu tenha o direito de ofendê-lo. Posso discordar de você, mas não ofendê-lo por discordar de mim. Porém, defenda você quem defender, creio que Deus espera que você o faça como Jesus nos ensinou a fazer e não como o Maligno faria.
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Amor não é um conceito bobinho de donzelas suspirantes e apaixonadas. Amor é algo que você vive quando tem a chance de chamar quem discorda de você de “fascista”, “esquerdopata” e coisas parecidas e opta por não fazê-lo. Amor é uma postura em que você vê um estado do país que votou majoritariamente em quem você não votou e continua querendo o bem das pessoas desse estado. Amor é assassinar o seu ego e ajudar o adversário que está caído e ferido à beira do caminho. Amor é ser o bom samaritano, quando poderia ser o fariseu desumano que quer o mal do adversário.
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Use as próximas semanas para reler o Novo Testamento e repensar suas palavras, atitudes e reações. Você verá a diferença que isso fará.
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Por:  Maurício Zágari
Colaborador deste Portal


sábado, 6 de outubro de 2018

O cristão e as eleições de 2018


DO ADIBERJ:

Querido irmão e irmã em Cristo, como você deve ter percebido, depois de um período de sete anos escrevendo ininterruptamente, vi a necessidade de tirar um período do APENAS. Há três meses não publico novos textos, em razão de me ver obrigado a priorizar outras atividades e a me dedicar a momentos de reflexão. Pretendo retomar a regularidade das publicações em breve, junto com algumas novidades. Porém, decidi compartilhar alguns pensamentos esta semana, em razão das eleições que teremos no Brasil neste próximo domingo. Não sei quem vencerá as eleições. Porém, de algumas coisas eu sei com todas as forças do meu ser, e gostaria de compartilhar essas verdades bíblicas, sugerindo que você, que é cristão, medite sobre elas, em oração e com autocrítica, à luz de tudo o que tem vivido durante o processo eleitoral:
1. Deus não está alheio a absolutamente nada do que está acontecendo em nosso país.
“O Senhor sabe todas as coisas” (Jo 21.17; cf Sl 139).
2. A vontade de Deus sempre se cumpre, mesmo que demore, e tudo o que ele tem planejado para o Brasil se cumprirá.
“Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos” (Jó 42.2).
3. Devemos amar de forma prática e por meio de atitudes todas as pessoas, as que votam como nós e as que não votam. 
“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo’ e odeie o seu inimigo. Eu, porém, lhes digo: amem os seus inimigos e orem por quem os persegue. Desse modo, vocês agirão como verdadeiros filhos de seu Pai, que está no céu. Pois ele dá a luz do sol tanto a maus como a bons e faz chover tanto sobre justos como injustos. Se amarem apenas aqueles que os amam, que recompensa receberão? Até os cobradores de impostos fazem o mesmo” (Mt 5.43-46).
4. Devemos perdoar as pessoas, inclusive as que nos ofenderam durante o processo eleitoral pelo fato de discordarmos delas política e ideologicamente. Se possível, nos reconciliando com aquelas com quem tivemos atritos.
“Seu Pai celestial os perdoará se perdoarem aqueles que pecam contra vocês. Mas, se vocês se recusarem a perdoar os outros, seu Pai não perdoará seus pecados” (Mt 6.14-15).
“Nunca paguem o mal com o mal. Pensem sempre em fazer o que é melhor aos olhos de todos. 18 No que depender de vocês, vivam em paz com todos” (Rm 12.17-18).
5. Ore. Ore. Ore. Mais do que entrar nas redes sociais para esbravejar contra os candidatos de que não gostamos e fazer campanha eleitoral, devemos nos manter em oração pelo nosso país. Orar ao Deus que tudo controla gera resultados muito mais efetivos do que ofender quem vota em quem não votamos. Quanto você já orou ao Senhor pelo resultado dessas eleições e pelo nosso país?
“Algum de vocês está passando por dificuldades? Então ore. […] A oração de um justo tem grande poder e produz grandes resultados. Elias era humano como nós e, no entanto, quando orou insistentemente para que não caísse chuva, não choveu durante três anos e meio. Então ele orou outra vez e o céu enviou chuva, e a terra começou a produzir suas colheitas” (Tg 5.13,16-18).
“Nunca deixem de orar” (1Ts 5.17).
6. Nossa relação com quem pensa diferente de nós e se opõe ao nosso pensamento deve ser de instrução e não ofensa, e isso com mansidão e paciência. Quem vive brigando por causa destas eleições está errado.
“O servo do Senhor não deve viver brigando, mas ser amável com todos, apto a ensinar e paciente. Instrua com mansidão aqueles que se opõem, na esperança de que Deus os leve ao arrependimento e, assim, conheçam a verdade” (2Tm 2.24-25)
7.  Não podemos falar como mundanos para defender os valores do evangelho. Como têm sido as palavras que você diz e escreve sobre as ideologias e os candidatos de que discorda nessas eleições?
“Evitem o linguajar sujo e insultante. Que todas as suas palavras sejam boas e úteis, a fim de dar ânimo àqueles que as ouvirem” (Ef 4.29).
8. Caso o seu candidato não seja eleito, não passe os próximos quatro anos com uma nuvem negra sobre a cabeça, ou você poderá ter uma úlcera. Tenha paciência e confiança. 
“Se já temos alguma coisa, não há necessidade de esperar por ela, mas, se esperamos por algo que ainda não temos, devemos fazê-lo com paciência e confiança” (Rm 8.24-25).
9. Quem tem o Espírito Santo dentro de si deve viver as nove virtudes do fruto do Espírito constantemente, mesmo em época de eleição ou caso seu candidato seja derrotado nas urnas. Será que isso é verdade na sua vida? Que virtudes são essas? Veja:
“amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5.22-23)
10. Tenha fé. Mesmo que o resultado das eleições não seja o que você gostaria, não se revolte, não desanime, por saber que algo muito maior nos espera.
“Pois estas aflições pequenas e momentâneas que agora enfrentamos produzem para nós uma glória que pesa mais que todas as angústias e durará para sempre. Portanto, não olhamos para aquilo que agora podemos ver; em vez disso, fixamos o olhar naquilo que não se pode ver. Pois as coisas que agora vemos logo passarão, mas as que não podemos ver durarão para sempre” (2Co 4.17-18).
11. Independente de quem ganhe as eleições, devemos orar pelos governantes que forem eleitos, pelo nosso próprio bem.

“Recomendo que sejam feitas petições, orações, intercessões e ações de graça em favor de todos, em favor dos reis e de todos que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida pacífica e tranquila, caracterizada por devoção e dignidade” (1Tm 2.1-2).

Por: Pr. Maurício Zágari