segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Pesquisa mostra o porquê “ninguém quer mais ir à igreja”

Os autores Thom e Joani Schultz dedicam-se a fazer estudos constantes sobre como ajudar as igrejas a se fortalecerem. Afirmam serem consultores e já escreveram um livro polêmico anos atrás chamado “Why Nobody Learns Much of Anything in Church Anymore” (Por que ninguém mais aprende muita coisa na igreja). Eles afirmam terem ficado muito preocupados após uma pesquisa conduzida por eles indicar que:


- 12% dos presentes afirmam lembrar o conteúdo do sermão no dia seguinte.
- 90% afirmam que pensam em outras coisas durante o sermão.
- 33% acham os sermões “longos demais”.
- 11% dos homens e 5% das mulheres afirmam que o sermão dominical é a principal maneira como eles aprendem sobre Deus.

Seu novo livro, “Why Nobody Wants to Go to Church Anymore” (Por que Ninguém mais quer ir à Igreja) promete ser igualmente polêmico. Assim como no primeiro, lideranças cristãs afirmam que a Igreja não é um esforço puramente humano e, por isso, as conclusões não podem ser aceitas sem questionamentos.

O fato é que em muitos países historicamente cristãos, principalmente na Europa e nos EUA, a frequência aos cultos diminui a cada ano. Cada vez mais, os bancos vazios aos domingos refletem-se no número recorde de igrejas fechadas ou vendidas para a abertura de templos para muçulmanos ou lojas.

No livro lançado este mês, os autores procuram fornecer algumas respostas, com destaque para as “quatro soluções possíveis” para o problema. Thom Schultz e sua esposa dizem que algumas das causas estão relacionadas com tendências sociais e culturais, mas para ele o problema pode ser identificado no mundo todo, especialmente entre os mais jovens.

Schultz disse que é uma questão complexa, pois a cultura atual questiona como nunca as crenças e o estilo de vida dos cristãos. Afirma ainda que as pessoas não querem simplesmente ser ministradas em um sistema de comunicação unidirecional, pois estão acostumadas a fazer parte de um debate constante nas redes sociais.

Os quatro aspectos principais de seu estudo, considerado por ele os “motivos” são:

1) As pessoas sentem-se julgadas na igreja. Como solução, ele propõe a “hospitalidade radical”. Isso significa aceitar a pessoa como ela é, mas sem concordar com o que ela faz. “Essa nada mais é que uma abordagem semelhante à que Cristo usava”, garante.

2) Falta de diálogo no que se refere ao ensino. Para Schultz é necessário existir uma “conversa sem medo”, que significa considerar os vários pontos de vista, ao invés de simplesmente oferecer palestras com o assunto já decidido. “As pessoas querem ser envolvidas na conversa sobre a fé”, por isso incentiva que as igrejas estejam mais abertas para ouvir opiniões.

3) Para a maioria dos não-crentes, “os cristãos são hipócritas” e essa percepção só aumenta com os casos de escândalo financeiros e sexuais em alguns meios. Por isso, o autor está pedindo “humildade genuína”. Defende que as igrejas não devem querer estar acima desses problemas sem oferecer soluções e mostrar na prática que isso é uma generalização.

4) É enorme o número de críticos argumentando que Deus está distante ou morto e por isso o mundo está nesse estado atual. Schultz acredita que as igrejas precisam voltar a sintonizar suas mensagens na pessoa de Deus. “Muitas igrejas já se esqueceram de falar sobre Deus, falam apenas sobre o que ele fazia nos tempos bíblicos”, afirma. A ênfase exagerada nos benefícios materiais que a fé pode trazer também contribui para que as pessoas percam a noção de elementos como graça e pecado, vendo sua relação com Deus como apenas uma troca de ofertas por bênçãos.

O Centro Pew de Pesquisa sobre Religião e Vida Pública, realizou um estudo demográfico abrangente em grande parte dos países do mundo. A pesquisa incluía estatísticas e análise de tendências para as próximas décadas. Uma de suas principais conclusões é o rápido crescimentos dos “sem religião”, especialmente em países tradicionalmente cristãos. Eles já são o terceiro maior grupo “religioso” do mundo, atrás de cristãos e muçulmanos. Cerca de uma em cada seis pessoas do mundo (16,3%) afirma ser “sem religião”. 

A maioria deles afirma que, embora tenha suas crenças particulares, não se identifica com nenhuma religião “oficial”.

Schultz acredita que essa tendência pode ser revertida caso as igrejas sejam mais relevantes em suas mensagens, especialmente se posicionando biblicamente sobre questões como desigualdade social, cuidado com o meio-ambiente, e tantas outras “perguntas que todos estão se fazendo”.
O autor mencionou a homossexualidade como um exemplo de assunto que rapidamente é abordado pelos pastores, que se esquecem que existem muitos outros tipos de imoralidades que eles parecem não ver.

“Eu acredito que a igreja pode prosperar de novo”, disse ele, observando que para isso é necessário mudar a metodologia, não a mensagem.

Fonte: ADIBERJ/Com informações The Blaze


domingo, 13 de outubro de 2013

O Que Diz A Bíblia Sobre A Virgem Maria?

Resposta: Maria, a mãe de Jesus, era uma mulher que foi descrita por Deus como “agraciada”. A palavra “agraciada” vem do grego, e significa, essencialmente, “muita graça”. Maria recebeu a Graça de Deus. Graça é “favor imerecido”, que significa que é algo que recebemos apesar do fato de que não o merecemos. Maria precisava de graça de Deus, assim como o resto de nós precisa. Maria compreendeu este fato, como declara em Lucas 1:47, “E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador.” Maria reconheceu que precisava ser salva, que ela precisava de Deus como seu Salvador. A Bíblia nunca diz que Maria foi qualquer coisa além de uma mulher comum que Deus escolheu para usar de uma forma extraordinária. Sim, Maria era uma mulher correta e favorecida (agraciada) por Deus (Lucas 1:27-28). Ao mesmo tempo, Maria era também um ser humano pecador como todos os outros, que necessitava de Jesus Cristo como seu Salvador, como todas as outras pessoas (Eclesiastes 7:20; Romanos 3:23; 6:23; I João 1:18).
Maria não teve uma “concepção imaculada” – não há qualquer razão bíblica para crer que o nascimento de Maria tenha sido qualquer coisa que não seja um nascimento humano normal. Maria era virgem quando deu à luz Jesus (Lucas 1:34-38), mas a idéia de uma virgindade perpétua de Maria não é bíblica. Mateus 1:25, falando de José, declara: “E não a conheceu ATÉ que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.” A palavra “até” claramente indica que José e Maria tiveram união sexual após o nascimento de Jesus. José e Maria tiveram vários filhos juntos depois que Jesus nasceu. Jesus tinha quatro meio irmãos: Tiago, José, Simão e Judas (Mateus 13:55). Jesus também tinha meia irmãs, mas não são nomeadas e nem se conhece seu número (Mateus 13:55-56). Deus abençoou e agraciou Maria dando a ela vários filhos, o que naquela cultura era a mais clara indicação de que Deus estava abençoando uma mulher.
Uma vez, quando Jesus estava falando, uma mulher na multidão proclamou: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste” (Lucas 11:27). Nunca houve melhor oportunidade para Jesus declarar que Maria era verdadeiramente digna de louvor e adoração. Mas qual foi a resposta de Jesus? “Antes bem aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam” (Lucas 11:28). Para Jesus, a obediência à Palavra de Deus era MAIS IMPORTANTE do que ser a mulher que o pôs no mundo. Em nenhum lugar das escrituras Jesus, ou qualquer outra pessoa, dirige qualquer louvor, glória ou adoração a Maria. Isabel, parente de Maria, a louvou em Lucas 1:42-44, mas seu louvor é baseado no fato de que Maria daria à luz Jesus. Não foi baseado em qualquer glória inerente a Maria.
Maria estava perto da cruz quando Jesus morreu (João 19:25). Maria estava com os apóstolos no dia do Pentecostes (Atos 1:14). Entretanto, jamais se menciona Maria depois de Atos capítulo 1. Os Apóstolos, em nenhum lugar, dão a Maria papel proeminente. A morte de Maria não é registrada na Bíblia. Nada é dito sobre Maria subindo aos Céus, ou tendo qualquer forma de papel exaltado no Céu. Maria deve ser respeitada como a mãe terrena de Jesus, mas ela não é digna de nossa adoração ou exaltação. A Bíblia, em nenhum lugar, indica que Maria pode ouvir orações, ou que ela possa ser mediadora entre nós e Deus. Jesus é nosso único defensor e mediador no Céu (I Timóteo 2:5). Se fosse oferecida adoração, exaltação ou orações, Maria diria o mesmo que os anjos: “Adora a Deus!” (Apocalipse 19:10; 22:9). A própria Maria dá para nós exemplo, direcionando sua adoração, exaltação e louvor somente a Deus: “Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador; Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome” (Lucas 1:46-49).


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Cientista Fotografa Espírito Saindo De Corpo

Segundo o cientista russo Konstantin Korotkov, ele tirou uma foto de uma pessoa no momento de sua morte com uma câmera bioeletrografica, onde captou o momento certo da separação do corpo astral quando a energia deixa o corpo.
A imagem obtida pelo método de visualização de descarga de gás (Gas Discharge Visualization), uma técnica avançada de fotografia Kirlian, mostra em azul a força vital da pessoa deixando gradualmente o corpo.
De acordo com o cientista Korotkov, o umbigo e a cabeça são as partes que primeiro deixam sua energia vital (o que seria a alma) e a virilha e o coração são as últimas áreas onde permanece o espírito antes de sofrer a fantasmagoria do infinito.
Em outros casos, Korotkov diz ter notado que a “alma” das pessoas que morrem de forma violenta ou inesperada, sua energia geralmente se manifesta em estado de confusão e deixa o corpo nos dias que seguem à morte.
Isso poderia ser a energia extra que não foi usada, ou um medo terrível de abandonar o corpo, publica o site.

A técnica desenvolvida por Korotkov, que é diretor do Instituto de Investigação de Cultura Física de São Petersburgo, é endossada como uma tecnologia médica pelo Ministério da Saúde da Rússia e é utilizada por mais de 300 médicos no mundo para monitorar o estresse e o progresso de pacientes tratados com certas enfermidades como o câncer. Korotkov disse que sua técnica de visualização energética poderia servir para observar todo tipo de desequilíbrios biofísicos e realizar um diagnostico em tempo real e também para mostrar se uma pessoa na realidade tem poderes psíquicos ou é uma fraude.
Esta técnica, que mede em tempo real e de forma amplificada a radiação estimulada pelo campo eletromagnético, é uma versão mais avançada da tecnologia inventada por Semión Kirliana para medir a aura.
E alerta para uso de telefone celular e estes têm radiação negativa muitas vezes ser cancerígeno, alguns estudos parecem confirmar isso.
Fonte: Portal Padom


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Por Que Os Evangélicos Não Adoram Ou Veneram Imagens?

Em primeiro lugar, porque aqueles que são verdadeiramente cristãos evangélicos procuram pautar suas vidas na Palavra de Deus e a Palavra de Deus condena veementemente qualquer tipo de idolatria. Já na velha Aliança Deus condenava a idolatria (Êxodo 20.4 -5 Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás).
Algumas pessoas desinformadas ou de má fé mesmo tentam justificar suas práticas contrárias a Bíblia, dizendo que o que Deus proíbe é a adoração aos ídolos e não aos “santos”, mas o texto é muito claro “nada do que há em cima nos céus, em baixo na terra ou embaixo nas águas” e claramente se diz que não devemos nos encurvar a estas imagens ou seja prostrar , ajoelhar-se diante delas para lhes prestar culto.
Infelizmente a fim de manter pessoas presas em seus dogmas tem Igrejas que dizem não adorar, mas que apenas veneram as imagens. Isto é “conversa para boi dormir”. Veja na Bíblia que o simples fato de você se ajoelhar diante de alguém ou de uma imagem você já lhes prestando adoração: (Atos 10.24-26 E no dia imediato chegaram a Cesaréia. E Cornélio os estava esperando, tendo já convidado os seus parentes e amigos mais íntimos. E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou.  Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem.) Veja, Cornélio se prostrou diante de Pedro e ele não aceitou, pois isto significava que Cornélio o estava adorando, se Pedro não aceitou nesta passagem você acha que ele aceitaria hoje pessoas se prostrando diante de imagens dizendo ser ele?
O que nós vemos na Palavra de Deus é que nem mesmo diante de um anjo nós podemos nos prostrar (Apocalipse 22.8-9 E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que as mostrava para o adorar. E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.)
Vejam que os textos supracitados são muito claros, espiritualmente falando só o ato de se prostrar já caracteriza adoração e como disse o anjo a João “Adora a Deus” somente Deus é digno de adoração. Ele não aceita que demos a outros o que pertence somente a Ele, que é a glória e o louvor (Isaías 42.8 – Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outro não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.)
Quando você canta para Deus você esta adorando a Deus com um cântico, quando você canta para uma imagem ou “santo” você não esta venerando você esta adorando e isto Deus não aceita.
Usando de má fé alguns te dirão que: Como Deus pode ser contra as imagens se Ele mandou fazer imagens? Para isto, citam Êxodo 25.18: (Farás também dois QUERUBINS de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.) e também Números 21.7-9: (Por isso o povo veio a Moisés, e disse: Havemos pecado porquanto temos falado contra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHOR que tire de nós estas serpentes. Então Moisés orou pelo povo. E disse o SENHOR a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.)
A primeira passagem se refere a ornamentação  do Tabernáculo, que era uma representação dos céus, porém em parte alguma do texto vemos ordens para pessoas se prostrarem ou pedirem algo a estes querubins, sem contar que o povo não tinha acesso ao interior do Tabernáculo, mas somente os sacerdotes e no Lugar Santíssimo somente o Sumo Sacerdote.
Na segunda passagem, após Deus enviar uma praga de serpentes sobre os Israelitas, Moisés clamou a Deus e Deus mandou que ele fizesse uma serpente de metal e todos os que fossem picados olhando para ela eram curados, veja que eles não tinham que pedir nada a ela era somente olhar pra ela, o incrível é que citam este texto para tentar dar ênfase ao uso de imagens, mas não citam quando a serpente foi destruída veja: (2º Reis 18.1-4 E SUCEDEU que, no terceiro ano de Oséias, filho de Elá, rei de Israel, começou a reinar Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar, e vinte e nove anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Abi, filha de Zacarias. E fez o que era reto aos olhos do SENHOR, conforme tudo o que fizera Davi, seu pai.
Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã. Por que será que não citam esta parte? Vejam que o queimar incenso e chamá-la de Neustã não era tido como veneração, mas adoração e por isso foi do agrado de Deus destruí-la. O incenso que queimavam simboliza orações (Apocalipse 5.8 – E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.). Só de você orar para uma imagem já está pecando contra Deus.
O livro de Atos dos apóstolos fala sobre os atos da Igreja primitiva e o apóstolo Paulo depois de Cristo foi o homem mais usado por Deus e olha o que ele no diz em Atos 20.27: (Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus). Vejam, todo o conselho de Deus. Onde se fala sobre ter imagens em Atos dos apóstolos? Pelo contrário, Paulo e os demais apóstolos como Pedro, João, Tiago etc. nunca usaram uma imagem dos santos da Antiga Aliança como Abraão, Moisés, Elias etc. para pregarem o Evangelho. Ao contrário, Paulo nos mostra em Atos 17.23: (Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio.) Oh glória, vejam um altar ao Deus desconhecido, ou seja, um altar sem imagens; como poderiam ter imagem do que não conheciam? E era este que Paulo o Deus que fez os Céus e a Terra e no verso 29 de Atos 17 Paulo fala contra as imagens vejam: (Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens) Atos 17.29. O que é esculpida pelo homem? O que é colocada em nichos nas varandas das casas? Imagens de esculturas!
A Bíblia condena a idolatria e é por isso que nós evangélicos não adoramos, não veneramos e não cultuamos imagens, nós adoramos a Deus em Espírito e em verdade e é este tipo de adorador que Deus procura: (Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.) João 4.23.
Seja você também um verdadeiro adorador. Caso contrário seu lugar será o inferno. Em I Cor 6.9, diz: Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os IDÓLATRAS, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas. Também em Ap 21.8, está determinado: Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos IDÓLATRAS e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte. Em Ap 22.15, lemos: “Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os IDÓLATRAS, e qualquer que ama e comete a mentira”.

Fonte: Pr João Souza- Restauração da Palavra / Portal Padom

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

‘Não há um Deus católico, Jesus é meu professor e meu pastor’, diz papa Francisco

Papa Francisco é o líder católico desde início de 2013, sucedendo Bento
XVI.
O papa Francisco, líder da Igreja Católica, segue firme no seu propósito de reforma, acreditando que essa deve ser o seu maior legado. “Este é o início de uma Igreja com uma organização não tão vertical, mas também horizontal”, demonstrou assim a base de suas ideias. E completou: “Estar aberto à modernidade é um dever”.

Na terça-feira (1º), o grupo de oito cardeais convocados pelo argentino começou a apresentar os detalhes para a transformação, colhidos pelo mundo nos últimos meses. No entanto, as mudanças fazem parte de um longo processo.

Na mesma data, foi publicada uma entrevista com o pontífice no jornal italiano La Repubblica. Nessa, Francisco falou sobre sua fé pessoal ao editor ateu Eugenio Scalfari: “Não há um Deus católico, só há um Deus. Creio em Jesus Cristo e em sua encarnação. Jesus é meu professor e meu pastor. Deus, o pai [...] é a luz e o criador. Ele é o meu ser”.

O religioso ainda alertou: “Religião sem misticismo é apenas filosofia”.

Outra revelação foi o elogio aos membros da Teologia da Libertação, tendência tradicionalmente atacada pelo Vaticano: “Isso [a perseguição católica] lhes deu um plus político à sua ideologia, mas muitos deles eram crentes com um alto conceito de humanidade”, defendeu Francisco.

Sobre sua escolha para suceder Bento XVI, feita por seus colegas cardeais, no dia 13 de março deste ano (2013), na Capela Sistina, ele comentou: “Minha cabeça estava completamente vazia e uma grande ansiedade caiu sobre mim. Para aliviá-la e relaxar, eu fechei meus olhos e todos os pensamentos se foram, até aquele de não aceitar, o que era permitido pelos procedimentos litúrgicos”.

E mais uma vez o argentino Jorge Bergoglio falou de humildade. “Igreja missionária e pobre é mais válida do que nunca. [...] Essa é a Igreja que Jesus pregava”, lembrou.
Ele criticou o egoísmo. “Não gosto da palavra narcisismo. [...] Indica um amor fora de lugar por si mesmo. O verdadeiro problema é que os mais afetados por isso, que na realidade é uma espécie de desordem mental, são pessoas que têm muito poder. [...] Muitas vezes, os chefes são narcisistas”, concluiu.
O papa deixou claro sua intenção de descentralização. “Essa visão centrada no Vaticano negligencia o mundo a seu redor e eu farei de tudo para mudá-la”.

Com informações do The Christian Post

Fonte: ADIBERJ

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Papa Francisco Diz Que Cúria Romana É “A Lepra Do Papado”

O papa Francisco criticou os integrantes da Cúria Romana e qualificou a alta cúpula do clero como “a lepra do papado”, em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal italiano “La Repubblica”.
As declarações são divulgadas no mesmo dia em que o pontífice deu início à reunião do Conselho dos Cardeais no Vaticano, com a intenção de apresentar um projeto para reformar a Cúria, o que pode ser a maior mudança na estrutura da Igreja Católica em 25 anos.
Na entrevista, Francisco considerou a instituição é “muito vaticano-cêntrica” e que os chefes da Igreja Católica “geralmente têm sido narcisistas, amantes da adulação e excitados de forma negativa por seus cortesãos”.
“A corte é a lepra do papado”, disse, antes de emendar que, apesar de a Cúria (governo da Igreja) não ser propriamente uma corte, existem “cortesãos”.
Nesta terça, o papa deu início à reunião do Conselho de Cardeais com uma missa na Casa de Santa Marta. Na cerimônia, desejou que a reunião renda todos “mais humildes, mais pacientes, mais confiantes de Deus, porque a Igreja possa dar um belo testemunho às pessoas e vendo o povo de Deus, vendo a Igreja, sintam a vontade de vir com nós”.
Francisco explicou que a vida do cristão é a da humildade e a força do Evangelho está nisso, “porque o Evangelho chega ao ponto mais alto na humilhação de Jesus, humildade que se torna humilhação”.
A força do Evangelho “está na humildade, humildade da criança que se deixa guiar pelo amor e pela ternura do pai”, continuou o papa.
“Bento 16 nos dizia que a Igreja não cresce por proselitismo, cresce por atenção, por testemunho”, afirmou ele. “E quando as pessoas, os povos veem este testemunho de humildade, de ternura, sentem a necessidade que fala o profeta Zacarias: ‘Queremos ir com vós’. As pessoas sentem a necessidade diante do testemunho da caridade, desta caridade humilde, sem prepotência, não suficiente, humilde, que afora e serve”, disse o pontífice.
O papa concluiu a missa com um pensamento especial para a reunião com o Conselho dos Cardeais, exigido por ele para auxiliá-lo na administração da Igreja. “Hoje aqui, no Vaticano começa a reunião com os cardeais consultores, que estão concelebrando a missa”.
BANCO
O Instituto para as Obras de Religião (IOR), conhecido como Banco do Vaticano, publicou nesta terça-feira seu balanço anual pela primeira vez desde que foi criado, há 125 anos.
A divulgação faz parte de medidas para melhorar a transparência da entidade. A instituição declarou um lucro líquido de € 86,6 milhões (R$ 261 milhões) em 2012, dos quais € 54,7 milhões (R$ 162 milhões) foram para os cofres da Santa Sé.
Os outros € 31,9 milhões (R$ 96 milhões) são reservados para “eventuais riscos operacionais gerais”. Em 2011, o lucro da entidade foi de € 20,3 milhões (R$ 61 milhões).
Até agora, o Banco do Vaticano, que tinha sido incluído na “lista negra” das instituições financeiras em função de seu secretismo, não publicava suas contas.
O novo presidente da instituição, Ernst von Freyberg, nomeado em fevereiro de 2013 por Bento 16, explicou em entrevista à Rádio Vaticano que “o IOR está comprometido com um processo de exaustivas reformas para promover os mais rigorosos padrões profissionais”.
As mudanças incluem a “implementação de rígidos processos contra a lavagem de capitais e a melhora de nossas estruturas internas”, acrescentou.
Um documento de mais de cem páginas contém ainda um resumo das contas dos primeiros oito meses de 2013 e um relatório de uma auditoria internacional.
No total, o IOR administra 13.700 de contas de membros do clero e funcionários e ex-funcionários do Vaticano.
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS