quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Pesquisadores afirmam ter encontrado a bíblica Sodoma

(Reprodução)
O professor Steve Collins, da Universidade Trinity do Novo México, nos Estados Unidos, é líder de uma equipe de escavações que trabalhou no projeto 'Tall el-Hamman', no Vale do Jordão. Ele e o grupo de arqueólogos teriam descoberto a mítica cidade de Sodoma.
"A equipe de arqueólogos desenterrou uma mina de ouro de antigas estruturas monumentais, revelando uma cidade-estado que dataria da Idade de Bronze, e que dominou a região sul da Jordânia, no Vale do Jordão”, disse Collins em matéria do History. O estudioso também afirmou que a maioria dos mapas arqueológicos da região mantinha-se em branco até a expedição iniciar. A cidade-estado era desconhecida pelos arqueólogos até então.
O sítio escavado possui duas camadas. Uma inferior e uma cidade alta. A última é cercada por um muro de dez metros de altura, construído em tijolos de barro, de acordo com os estudiosos. Além disso também existem portas, torres e uma praça central.
"A construção exigiu milhões de tijolos e, obviamente, de trabalhadores. Foi uma enorme tarefa!", disse Collins.
As análises iniciais indicam que a cidade foi destruída de forma brusca. E, por um período de 700 anos, acredita-se que a região não voltou a ser habitada desde seu fim. No Antigo Testamento, a cidade de Sodoma, assim como Gomorra, foi destruída pela ira de Deus e foi destruída por uma chuva de fogo e enxofre.


Fonte: br.noticias.yahoo.com

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Arqueólogos descobrem ruínas de Sodoma e Gomorra no Vale do Jordão

Uma equipe de arqueólogos liderada pelo professor Steve Collins descobriu as ruínas das antigas cidades de Sodoma e Gomorra, destruídas por Deus com fogo e enxofre por causa de seu pecado, segundo relatos da Bíblia.
O anúncio da descoberta foi feito após 10 anos de escavação e estudos feitos como parte do projeto “Tall el-Hammam”, promovido pela Universidade Southwest Trinity, no Novo México.
“A equipe de arqueólogos desenterrou uma mina de ouro das antigas estruturas monumentais, revelando uma enorme cidade-estado da Idade do Bronze que dominava a região sul do Vale do Jordão”, disse Collins.
“Muito, muito pouco se sabia sobre a Idade do Bronze no Al-Ghor (Sul do Vale do Jordão) antes de começarmos nossas escavações em 2005″, disse ele. “O que temos em nossas mãos é uma grande cidade-estado que era, para todos os efeitos práticos, desconhecida para os estudiosos antes de começarmos o nosso projeto.”
Ao comparar as ruínas recém-descobertas com as encontradas em outras cidades antigas próximas, Collins afirma que o local é o melhor candidato para a cidade perdida de Sodoma. “O projeto ‘Tall el-Hammam’ atendeu cada critério que Sodoma exigia pelo texto”, disse ele.
Segundo a Wikipedia, Sodoma e Gomorra foram cidades mencionadas na Bíblia Hebraica, no Novo Testamento, no Livro da Sabedoria e até mesmo no Alcorão.
Fonte: ADIBERJ/ Com informações de Christian Today

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Texto egípcio e recém-encontrado revela poder absurdo de Jesus Cristo

Jesus Cristo era uma pessoa bastante diferenciada segundo os textos bíblicos. Podia, por exemplo, caminhar sobre a água tranquilamente. Mas um novo texto revela um poder ainda mais surpreendente para ele.

Datado de 1200 anos atrás, um antigo texto egípcio foi encontrado recentemente e pode mudar a história. Ele narra parte da vida e da crucificação de Jesus, com informações que mudam completamente os conceitos já conhecidos.


Descrito em língua conta, ele descreve, por exemplo, Pôncio Pilatos como um discípulo fiel e não como um traidor. Segundo o texto, ele teria oferecido seu próprio filho para ser sacrificado no lugar de Jesus Cristo.


Mas a parte mais surpreendente do texto é um relato que envolve Jesus e Judas. Segundo ele, o segundo teve que beijar o Messias para identificá-lo aos romanos. Isso porque, segundo o texto, Jesus Cristo era capaz de modificar sua aparência.

“Então os judeus disseram a Judas: como o prenderemos se ele não tem uma forma única, mas sua aparência muda? Algumas vezes é negro, outras é branco, outras é vermelho, algumas vezes tem a cor do trigo, algumas vezes é amarelo… Algumas vezes é jovem, outras vezes é um homem velho”, diz o texto em questão.


Outra questão da Bíblia tradicional que é mudada pelo texto diz respeito ao dia no qual Jesus foi preso. Acreditava-se, até hoje, que isso teria acontecido numa quinta-feira. Mas, de acordo com o texto egípcio, o Messias foi levado à prisão em uma terça-feira — as datas, claro, tem relação com a celebração da Páscoa.


O responsável por traduzir os textos egípcios é o professor Roelof van den Broek, da Universidade Utrecht, na Holanda. Segundo ele, é possível que os fatos não tenham ocorrido exatamente como são descritos, mas que sejam relatos coletados do que as pessoas da época pensavam sobre Jesus.



Fonte: br.noticias.yahoo.com