quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Reuel Bernardino renuncia à presidência do Gideões Missionários


Do Noticias Gospel Prime:
Reuel Bernardino. (Foto: Reprodução / Youtube)
Reuel Bernardino, pastor presidente da Assembleia de Deus em Camboriú, Santa Catarina e também presidente do Gideões Missionários da Última Hora renunciou aos cargos em anúncio nas redes sociais.
Ele afirmou que pediu jubilação à Convenção das Assembleias de Deus de Santa Catarina (CIADESCP), entregando assim tanto a direção da igreja como do ministério missionário.
“Não suportei mais tanta falsidade e ingratidão. Passo a cuidar de minha saúde daqui por diante e servir a Deus com liberdade”, queixou-se.
Presidente da instituição após a morte do seu pai, pastor Cesino Bernardino, a administração de Reuel era envolta em problemas financeiros.
“Quero louvar a Deus por tudo que fiz pelos Gideões desde que iniciei com meu saudoso pai”, afirmou. O Gospel Prime entrou em contato com o pastor Hueslen Ricardo Santos, vice-presidente do ministério que confirmou a informação.
Também fizemos contato com o pastor Reuel que até o fechamento da matéria não havia respondido.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Dezembro; Mês que a FALSIDADE Aflora!

(REPRODUÇÃO DO GOOGLE)

Muito particularmente, este é o mês do ano que gosto menos, visto que à maioria das pessoas passam o ano inteiro e não dirige uma palavra a ninguém. Mas quando chega a passagem de ano, aproximam-se de você com toda falsidade do mundo.

Jesus Cristo nos ensina que devemos nos amar uns aos outros, como ele nos amou. Porém; lamentavelmente até pessoas ligadas a seguimentos religiosos, com o sem cargos nos templos, vivem sem pô em prática o que nos é ensinado.

“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei”. João 15:12

Diariamente pessoas vão às missas e cultos apenas por irem, visto que não são igrejas e nem vivem o evangelho de Cristo em seu dia a dia. Se o caso for entre evangélicos, só seus irmãos dentro do templo, na rua parece que não conhece você. Já entre os católicos romanos, vão a missa com frequência, mas se pudesse matariam todas as pessoas que não gostam.

Passam o ano inteiro agindo assim, mas ao chegar o mês de dezembro posam de bons samaritanos. Eu aprendo com Cristo, que devemos amar todos, que gostemos deles ou não, em qualquer tempo e independente de sua classe social ou religião.

Devemos ser cristão e não brincar de ser. A atenção, amor e carinho pelo outro deve ser demostrado diariamente e não apenas nos momentos que nos convém. Muitos pensam que o dinheiro é tudo, mas isto pode ser essencial, mas não fundamental, uma vez que a presença e um abraço sincero em muitas ocasiões valem e surti mais efeito na vida do outro.

Não adianta fazer promessas ao apagar das luzes, e ao iniciar o novo não procurar uma transformação verdadeira em nossas vidas e em nossos atos.

Por fim; dezembro não apenas o mês de trocar os móveis de casa, comprar roupas novas, trocar presentes entre outras coisas tão superficiais. Antes de tudo isto, é o mês que na tradição comemora-se o nascimento de Cristo, o salvador e redentor de nossas vidas.


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

A imagem da semana: Uma cena para sensibilizar o ser humano


Da Redação:


Uma imagem que marca a semana. Um cachorro entra na Igreja de Nossa Senhora das Victórias, durante a celebração de uma missa na programação do Cerco de Jericó. E como o próprio padre descreveu, exatamente no momento do abraço da PAZ, o animal subiu o altar e foi até ele.

Mesmo sem ter pedido autorização ao padre José Sebastião Costa, eu tomei a liberdade de publicar, visto que a imagem já circula pelas redes sócias.

A cena que para muitos pode parecer engraçada, eu vejo como um chamamento aos seres humanos, para que despertem e percebem que devesse descer do salto e olhar mas para o próximo.

O cachorro, animal tido como irracional, nos mostra na prática e nos dar uma lição, de que todos são carentes de afeto. Mas lamentavelmente, estamos vivendo em sociedade, que a cada dia se torna mais egoísta, pensando só em si e deixando as coisas essenciais da vida. É na simplicidade que nossas vidas têm sentido.

Busquemos então, amar as pessoas do jeito que elas são e sem impor condições. Quantas pessoas vivem à espera de um abraço, assim como este animal? E muitas vezes, passamos distante, como se elas não existissem!

São pessoas, que lotam as igrejas, mas não tem o sentimento de Cristo na sua vida diária, vivem a pisar e humilhar seus semelhantes, tentado com isto, desestabiliza-los e muitas vezes tomar sua colocação no trabalho e em outras áreas da vida. Existe exceções é claro, porém, uma grande maioria vai à igreja por fachada, e não buscar os ensinamentos do Senhor Jesus.

Escrevemos estas palavras como uma crítica, mas como um alerta, pois precisamos viver um verdadeiro evangelho e nos colocarmos sempre no lugar do outro, compadecendo-se com suas dores e, alegrando-se com suas conquistas.

Pr. Sérgio Ramos

sábado, 3 de novembro de 2018

Aprendendo com Estêvão


Portal Adiberj:
Tenho aprendido muito com os servos de Deus, e suas histórias, lendo a Bíblia. Compartilhando um pouco do que tenho aprendido, quero trazer lições que aprendi lendo sobre Estêvão. Vamos lá?
Em Atos, capítulos 6 e 7, lemos sobre esse servo que tem muito a nos ensinar.
No capítulo 6, vemos a escolha dos diáconos, homens que auxiliariam os 12, para que eles se aplicassem à oração e ao ministério da palavra (At 6.4).
As qualificações para a atividade de diácono deveriam ser as seguintes: “boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria” (At 6.3). E é aqui que entra Estêvão, um dos escolhidos e chamado de “homem cheio de fé e do Espírito Santo” (v. 5). Vamos começar com essas características.
Boa reputação. Estêvão tinha um bom conceito, uma boa fama. Não falavam mal dele.
Fico pensando neste tempo em que vivemos. É muito complicado ter uma boa reputação; mesmo quando a pessoa anda “na linha”, sempre tem alguém para falar algo, mas ainda encontramos pessoas cuja reputação é admirável. Estêvão era assim.
Como está a sua reputação?
Cheio do Espírito Santo. Como precisamos de pessoas cheias do Espírito Santo! Pessoas repletas da presença de Deus e usadas por Ele. Pessoas diferenciadas, pois quem tem Deus sempre é diferente. Pessoas que manifestem o bom perfume de Cristo através da própria vida.
Você é cheio do Espírito Santo?
Cheio de sabedoria. Aprendemos que o “temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. Estêvão vivia isso. No versículo 10 diz que “não podiam resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava”. Que homem era esse? Era um homem dominado pelo Senhor, pelo Espírito Santo. Um homem que não brincava de ser crente, mas era cristão verdadeiro, temente e que manifestava isso por onde passava.
Você tem recebido a sabedoria do Senhor?
Cheio de fé e de poder. Não podia ser diferente. Estêvão tinha muita fé, mas não era fé em qualquer coisa, como muitos têm hoje. Tem gente que acha que o importante é crer, não importando em que se crê, mas não é assim.  Estêvão tinha fé em Deus, era dominado pelo poder do Senhor, “fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (v. 8), transmitia aos outros o “bem” que possuía.
A fé faz a diferença. Se você parar para analisar os grandes feitos dos homens e mulheres da bíblia, vai descobrir que eles venceram pela fé. Se não acredita, dê uma olhada em Hebreus 11 e veja, com seus olhos, o que pode fazer uma pessoa quando deposita sua fé no Deus do impossível. Que tal exercitarmos nossa fé?
Conhecimento bíblico. Eu sei que ele não tinha a bíblia, assim como temos hoje, mas ele conhecia muito bem toda a narrativa bíblica até aquele momento no qual vivia. Se você quiser dar uma conferida, leia Atos capítulo 7 e verá com que precisão Estêvão falou de tudo que Deus fizera até aquele momento.
Se a ideia é aprender com ele, que tal começar a estudar a bíblia para ter o conhecimento que ele tinha? É vergonhoso o conhecimento quase zero que alguns “cristãos” têm da Palavra!
Coragem. Se já leu o capítulo 7 de Atos, deve ter percebido que Estêvão, em nenhum momento, ficou preocupado com o que fariam com ele, mas falou ousadamente, mostrando àqueles homens a sua falsa devoção.
Da mesma forma, nós, cristãos, não podemos nos calar diante do erro e do pecado. Cheios do Espírito Santo, devemos falar de Deus e da Sua Palavra.
Você tem tido coragem para anunciar evangelho?
Coração perdoador. É extremamente importante falar sobre isso, já que muita gente insiste em dizer que Jesus perdoou aos seus agressores porque Ele era (é) Deus, mas Estêvão nos mostra que o ser humano pode fazer isso também.
Preste atenção no texto: “Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele. E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo. E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: ‘Senhor Jesus, recebe o meu espírito’. E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: ‘Senhor, não lhes imputes este pecado’. E, tendo dito isto, adormeceu” (Atos 7:57-60).
Partiram para cima dele, apedrejaram-no e o que ele fez? Orou por eles. Sinceramente, dá até vergonha de pensar em quantas vezes desejamos mal ao próximo por coisas muito menores. Nem vou citar nada aqui. Talvez você possa dizer que “é muito difícil”, e eu concordarei com você, mas é possível, e eu quero ser assim. Não quero viver conforme a carne, mas conforme o Espírito Santo. Humanamente falando é muito complicado, mas, deixando Deus viver através de nós, poderemos chegar a esse nível de espiritualidade. Também quero orar por quem estiver me “apedrejando”.
Estêvão é um bom exemplo de um homem cuja fé devemos imitar. Que esse desejo esteja em nosso coração a cada dia de nossa vida.
Wanderson Miranda de Almeida
Escritor e Colunista deste Portal
www.wandersonmiranda.com


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Metade dos evangélicos estão influenciados por crenças da Nova Era, diz pesquisa


Fonte: Guiame/Adiberj
Aproximadamente a metade dos evangélicos estão influenciados por alguma crença da Nova Era, conforme indica o novo estudo da Pew Research Center. Realizado nos Estados Unidos, o levantamento identificou que 24% dos entrevistados evangélicos concordam que pode existir energia espiritual dentro de coisas físicas.
A pesquisa continua apresentando dados e afirma que 33% acredita em médiums. Ainda aponta que 19% aceita a ideia de reencarnação e 18% acredita em astrologia. O centro de pesquisa entrevistou tanto cristãos quantos não-cristãos e descobriu que as ideias defendidas pelo movimento conhecido como Nova Era se difundem de diferentes maneiras.
Isso seria impensável há algumas décadas, entre os que se declaram evangélicos. Mas parece que a tendência segue um fluxo crescente e que alcança crenças ocultistas da sociedade como um todo.
Cerca de 47% dos evangélicos entrevistados afirmam acreditar em pelo menos uma das quatro crenças da nova apresentadas. Essa porcentagem é maior ainda entre os católicos (70%). Ao mesmo tempo, 22% dos ateus e 56% dos agnósticos também afirmam aceitar pelo menos uma delas.
Claire Gecewicz, analista de investigação da Pew Research Center, destaca que essas crenças de Nova Era não substituem os credos ou práticas religiosas dos cristãos e 80% deles dizem acreditar em Deus e na Bíblia.
Sem barreiras, essa influência acontece por motivos culturais ou por falta de ensino claro do que as Escrituras dizem sobre estes temas. Mostra uma evidente absorção crescente de ideias antibíblicas por parte dos segmentos evangélicos.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

Fascistas, esquerdopatas e o Evangelho


DO ADIBERJ:
“Vocês ouviram o que foi dito a seus antepassados: ‘Não mate. Se cometer homicídio, estará sujeito a julgamento’. Eu, porém, lhes digo que basta irar-se contra alguém para estar sujeito a julgamento. Quem xingar alguém de estúpido, corre o risco de ser levado ao tribunal. Quem chamar alguém de louco, corre o risco de ir para o inferno de fogo” (Mt 5.21-22). Os cristãos parecem que se esqueceram dessas palavras de Jesus. Ignoram-nas solenemente. Nos embates político-eleitorais que têm ocorrido no Brasil, o que mais temos feito é xingar quem discorda de nós de coisas como “estúpido”, “louco”, “fascista”, “esquerdopata” e coisas assim. Estamos errados.
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Devemos discutir ideias, não desqualificar pessoas. Devemos lidar com quem se opõe com instrução e não com briga, e isso com mansidão e paciência (2Tm 2.24-26). A ideia de agirmos como profetas barbudos e com sangue nos olhos xingando e assassinando os profetas de Baal e os idólatras não cabe a nós na proposta da nova aliança de Cristo. Isso é teologia básica.
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A ira pertence a Deus. Jesus vira as mesas dos cambistas e achamos que isso nos dá direito de chibatar quem pensa diferente de nós. Não dá. Não somos Deus. Esquecemos de que a retribuição pertence exclusivamente a Deus (Rm 12.19-21) e que a ira humana é obra da carne cuja prática sistemática sem arrependimento nos torna indignos de herdar o reino dos céus (Gl 5.19-21). Não fui eu quem inventou isso, está na Bíblia, em afirmações feitas por pessoas como Jesus e Paulo.

A nós resta agir como Jesus nos ensinou no Sermão do Monte (Mt 5–7), em Romanos 12.17-19, em 1 09Tessalonicenses 5.14-15. Não tenha preguiça, vá à Palavra e leia esses trechos da Escritura. Mas temos preferido fechar os olhos e os ouvidos a essas realidades e a reproduzir uma forma agressiva e bruta de agir, que está a anos-luz daquilo que chamamos de ética cristã. Estamos errados. E estamos perdendo uma oportunidade ímpar de salgar e iluminar o mundo.
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Você tem três semanas de campanha eleitoral pela frente. Uma oportunidade magnífica de cair em si, arrepender-se de quando chamou quem pensa diferente de você de “racá”, isto é, estúpido, louco, fascista, esquerdopata e gentilezas semelhantes. Uma oportunidade única de ser sal da terra e luz do mundo. Como você se comportará só cabe a você e à opção que fizer: ser um cristão agindo como cristão ou ser um cristão que defende o cristianismo de modo nada cristão.
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Não imite os maus exemplos, mesmo que eles venham de pastores, teólogos e líderes religiosos de quem você é tiete. Celebridades do mundo cristão também pecam e erram. Dê você o exemplo a eles. Aproveite estas três semanas para reler o Novo Testamento. Acalme a cabeça e volte ao seu juízo perfeito. Vença o mal com o bem e não com o mal. Lutar o bom combate com as armas do inimigo é o mais perfeito absurdo. Não vá ao sabor da massa, finque os pés no chão, reencontre seu prumo e cuide daquilo que sai de sua boca e da ponta de seus dedos.

Não me importa, para esta reflexão, se você é de esquerda ou de direita, se vota em Bolsonaro ou em Haddad. Numa democracia, você pode votar em quem quiser, sem que eu tenha o direito de ofendê-lo. Posso discordar de você, mas não ofendê-lo por discordar de mim. Porém, defenda você quem defender, creio que Deus espera que você o faça como Jesus nos ensinou a fazer e não como o Maligno faria.
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Amor não é um conceito bobinho de donzelas suspirantes e apaixonadas. Amor é algo que você vive quando tem a chance de chamar quem discorda de você de “fascista”, “esquerdopata” e coisas parecidas e opta por não fazê-lo. Amor é uma postura em que você vê um estado do país que votou majoritariamente em quem você não votou e continua querendo o bem das pessoas desse estado. Amor é assassinar o seu ego e ajudar o adversário que está caído e ferido à beira do caminho. Amor é ser o bom samaritano, quando poderia ser o fariseu desumano que quer o mal do adversário.
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Use as próximas semanas para reler o Novo Testamento e repensar suas palavras, atitudes e reações. Você verá a diferença que isso fará.
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Por:  Maurício Zágari
Colaborador deste Portal


sábado, 6 de outubro de 2018

O cristão e as eleições de 2018


DO ADIBERJ:

Querido irmão e irmã em Cristo, como você deve ter percebido, depois de um período de sete anos escrevendo ininterruptamente, vi a necessidade de tirar um período do APENAS. Há três meses não publico novos textos, em razão de me ver obrigado a priorizar outras atividades e a me dedicar a momentos de reflexão. Pretendo retomar a regularidade das publicações em breve, junto com algumas novidades. Porém, decidi compartilhar alguns pensamentos esta semana, em razão das eleições que teremos no Brasil neste próximo domingo. Não sei quem vencerá as eleições. Porém, de algumas coisas eu sei com todas as forças do meu ser, e gostaria de compartilhar essas verdades bíblicas, sugerindo que você, que é cristão, medite sobre elas, em oração e com autocrítica, à luz de tudo o que tem vivido durante o processo eleitoral:
1. Deus não está alheio a absolutamente nada do que está acontecendo em nosso país.
“O Senhor sabe todas as coisas” (Jo 21.17; cf Sl 139).
2. A vontade de Deus sempre se cumpre, mesmo que demore, e tudo o que ele tem planejado para o Brasil se cumprirá.
“Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos” (Jó 42.2).
3. Devemos amar de forma prática e por meio de atitudes todas as pessoas, as que votam como nós e as que não votam. 
“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo’ e odeie o seu inimigo. Eu, porém, lhes digo: amem os seus inimigos e orem por quem os persegue. Desse modo, vocês agirão como verdadeiros filhos de seu Pai, que está no céu. Pois ele dá a luz do sol tanto a maus como a bons e faz chover tanto sobre justos como injustos. Se amarem apenas aqueles que os amam, que recompensa receberão? Até os cobradores de impostos fazem o mesmo” (Mt 5.43-46).
4. Devemos perdoar as pessoas, inclusive as que nos ofenderam durante o processo eleitoral pelo fato de discordarmos delas política e ideologicamente. Se possível, nos reconciliando com aquelas com quem tivemos atritos.
“Seu Pai celestial os perdoará se perdoarem aqueles que pecam contra vocês. Mas, se vocês se recusarem a perdoar os outros, seu Pai não perdoará seus pecados” (Mt 6.14-15).
“Nunca paguem o mal com o mal. Pensem sempre em fazer o que é melhor aos olhos de todos. 18 No que depender de vocês, vivam em paz com todos” (Rm 12.17-18).
5. Ore. Ore. Ore. Mais do que entrar nas redes sociais para esbravejar contra os candidatos de que não gostamos e fazer campanha eleitoral, devemos nos manter em oração pelo nosso país. Orar ao Deus que tudo controla gera resultados muito mais efetivos do que ofender quem vota em quem não votamos. Quanto você já orou ao Senhor pelo resultado dessas eleições e pelo nosso país?
“Algum de vocês está passando por dificuldades? Então ore. […] A oração de um justo tem grande poder e produz grandes resultados. Elias era humano como nós e, no entanto, quando orou insistentemente para que não caísse chuva, não choveu durante três anos e meio. Então ele orou outra vez e o céu enviou chuva, e a terra começou a produzir suas colheitas” (Tg 5.13,16-18).
“Nunca deixem de orar” (1Ts 5.17).
6. Nossa relação com quem pensa diferente de nós e se opõe ao nosso pensamento deve ser de instrução e não ofensa, e isso com mansidão e paciência. Quem vive brigando por causa destas eleições está errado.
“O servo do Senhor não deve viver brigando, mas ser amável com todos, apto a ensinar e paciente. Instrua com mansidão aqueles que se opõem, na esperança de que Deus os leve ao arrependimento e, assim, conheçam a verdade” (2Tm 2.24-25)
7.  Não podemos falar como mundanos para defender os valores do evangelho. Como têm sido as palavras que você diz e escreve sobre as ideologias e os candidatos de que discorda nessas eleições?
“Evitem o linguajar sujo e insultante. Que todas as suas palavras sejam boas e úteis, a fim de dar ânimo àqueles que as ouvirem” (Ef 4.29).
8. Caso o seu candidato não seja eleito, não passe os próximos quatro anos com uma nuvem negra sobre a cabeça, ou você poderá ter uma úlcera. Tenha paciência e confiança. 
“Se já temos alguma coisa, não há necessidade de esperar por ela, mas, se esperamos por algo que ainda não temos, devemos fazê-lo com paciência e confiança” (Rm 8.24-25).
9. Quem tem o Espírito Santo dentro de si deve viver as nove virtudes do fruto do Espírito constantemente, mesmo em época de eleição ou caso seu candidato seja derrotado nas urnas. Será que isso é verdade na sua vida? Que virtudes são essas? Veja:
“amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5.22-23)
10. Tenha fé. Mesmo que o resultado das eleições não seja o que você gostaria, não se revolte, não desanime, por saber que algo muito maior nos espera.
“Pois estas aflições pequenas e momentâneas que agora enfrentamos produzem para nós uma glória que pesa mais que todas as angústias e durará para sempre. Portanto, não olhamos para aquilo que agora podemos ver; em vez disso, fixamos o olhar naquilo que não se pode ver. Pois as coisas que agora vemos logo passarão, mas as que não podemos ver durarão para sempre” (2Co 4.17-18).
11. Independente de quem ganhe as eleições, devemos orar pelos governantes que forem eleitos, pelo nosso próprio bem.

“Recomendo que sejam feitas petições, orações, intercessões e ações de graça em favor de todos, em favor dos reis e de todos que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida pacífica e tranquila, caracterizada por devoção e dignidade” (1Tm 2.1-2).

Por: Pr. Maurício Zágari


quarta-feira, 26 de setembro de 2018

O exemplo de Cristo


“João, porém, tentou impedi-lo, dizendo: Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?”  (Mateus 3.14)

Como para João, também para mim não fazia muito sentido Jesus procura-lo para ser batizado. Ele era o único para quem o batismo não seria necessário. Como para João, para mim também batizar-se era algo para pecadores que tinham algo a confessar e que reconheciam o perdão recebido. Para pessoas necessitadas da misericórdia de Deus e de receber a graça de Sua presença, e que tinham recebido. Para pessoas fracas, necessitadas de oportunidades para firmar-se mais, unir-se mais a Deus e comprometer-se mais com a fé que salva. Mas ai vem Jesus para ser batizado e assim nos coloca diante da necessidade de pensar um pouco mais sobre o batismo e seu lugar em nossa fé. 
De fato, eu, você e João Batista não estão errados em pensar no batismo naqueles termos. Se é que você também pensa assim. O batismo, inegavelmente, fala daquelas realidades. Mas, como veremos ao longo desta semana, há mais coisas a serem compreendidas. E Jesus, o Verbo que virou gente e habitou entre nós (Jo 1.14), veio e participou também do batismo que deveria ser apenas para gente como nós e tornou-se um exemplo que inspira-nos a também buscá-lo. O batismo é um marco histórico que declara a nossa fé. E precisamos desse marco em nossa vida. Jesus nos deu o exemplo para que também nos importemos com o batismo como parte de nossa experiência de fé. E se você já creu e foi batizado como ensinam as Escrituras e como orientou Jesus, dando Ele próprio o exemplo, recorde-se disse e com mais determinação, viva a fé que ele declarou. As coisas velhas já passaram! Eis que tudo se fez novo! (2 Co 5.17)
Jesus está sempre fazendo aquilo que nós deveríamos fazer. Sendo exemplo, para que sigamos Seus passos. E ao segui-lo, somos transformados. Ele lavou os pés dos discípulos sendo eles quem deveria lavar os seus. E disse-lhes: “Vocês me chamam ‘Mestre’ e ‘Senhor’, e com razão, pois eu o sou. Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros.” (Jo 13.13-14). Também no batismo isso acontece. Ao orientar que o Evangelho fosse pregado, Ele disse que os que crescem deveriam ser batizados. E a importância disso pode ser explicada de algumas maneiras, como ainda veremos essa semana, mas há aqui um chamado, acima de tudo, para que sigamos a Cristo e façamos como Ele fez. E se você já creu, como dizem as Escrituras, sejam também batizado, como dizem as Escrituras. 


sábado, 15 de setembro de 2018

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Um pastor deve desanimar se a igreja diminuir?

DO PORTAL ADIBERJ:
Eu eu estou impressionado com a quantidade de material que tem sido publicado sobre a revitalização de igreja. Acabei de ouvir falar de uma pesquisa que diz que 80% das igrejas dos Estados Unidos ou estão estagnadas ou estão entrando em declínio. Sou grato pelos esforços daqueles que buscam trazer vida para essas igrejas que enfrentam dificuldades. Eu sou um deles. Contudo, eu tenho estado cada vez mais preocupado com alguns dos materiais que tenho visto que lidam com esse problema. Saber quantas pessoas atualmente frequentam uma determinada igreja, quantas frequentavam há dez anos e o motivo do declínio pode até ser útil para entender porque aquela igreja está enfrentando dificuldades, mas nem sempre revela a história toda. Esse tipo de análise também pode ser uma fonte desnecessária de desanimo para o pastor. Quanto mais eu ouço a pressão para superar a “estagnação ou declínio” mais eu começo a imaginar circunstâncias em que o declínio numérico da igreja não é necessariamente um sinal de problemas, mas pode até ser um sinal de saúde. Há muitas outras, mas aqui estão cinco razões que me vieram à mente. Algumas, eu já experimentei na minha própria igreja: 1) Pessoas não convertidas saem porque o evangelho está sendo pregado Se há muitos membros não convertidos nas igrejas locais (e eu acredito que há), eles não vão querer ouvir um novo pastor que chega e substitui a típica mensagem de autoajuda e crescimento pessoal pelo verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, que é a única fonte para trazer vida espiritual para uma igreja morta. Quando os membros não convertidos da igreja não vão embora, eles acabam causando problemas, especialmente quando ocupam um cargo de liderança. Pregar o evangelho é a coisa certa a se fazer e é a única coisa que pode vivificar uma igreja. Um pastor jamais pode ficar desanimado ao perder pessoas por declarar o evangelho. 2) Membros da Igreja morrem e vão para Cristo Tivemos um ano em que perdemos diversos amados irmãos idosos e a quantidade que morreu foi maior do que os novos membros que recebemos no mesmo ano. Um pastor deve celebrar conduzir fielmente os doces santos de Cristo ao seu lar eterno e não ficar inquieto para “substitui-los” no mesmo instante. 3) Pastores e missionários são testados, treinados, confirmados e enviados para o ministério No mesmo ano, diminuímos em número não somente por causa das mortes, mas porque enviamos para o ministério duas famílias, em quem tínhamos investido e preparado. Então, lembro-me que alguém veio falar comigo que estava preocupado com o declínio numérico e eu respondi: “Na verdade, aos olhos de Deus, talvez este tenha sido um dos anos mais frutíferos”. Minha resposta foi bem recebida e nós dois ficamos encorajados pelos motivos do declínio e pelas dificuldades financeiras naquele ano e as duas coisas se recuperaram no ano seguinte. 4) Um processo cuidadoso para receber novos membros é estabelecido Aumentar o padrão para ser recebido como membro e proteger a porta da frente podem inicialmente fazer com que uma quantidade menor de pessoas entre para a igreja, mas Deus é honrado quando pastores se certificam de que os crentes em Jesus Cristo são os únicos que se tornam membros da igreja, mesmo que o número de membros não cresça tanto quanto ele gostaria. 5) Um novo pastor assume uma igreja que está em declínio há muito tempo Se você fizer como eu fiz e assumir uma igreja que está em declínio há décadas, é um desafio mudar o padrão. É algo que requer tempo. Às vezes, demora anos. Eu converso com muitos pastores jovens que em dois anos já estão desanimados porque não conseguiram mudar os padrões que levaram a igreja ao declínio. Lembre-se do que você herdou e se demorou 30 anos para que sua igreja chegasse ao ponto que está hoje, talvez demore mais 30 anos para mudar. Mas o evangelho e a Palavra de Deus são suficientes para fazer exatamente isso ao longo do tempo. Portanto, queridos irmãos e pastores, continuem firmes. Talvez você esteja causando o declínio e, se este for o caso, você precisa seriamente examinar a si mesmo diante de Deus, pedindo que esses pontos fracos sejam revelados. Contudo, em muitos casos, pastores imperfeitos, especialmente aqueles que são novos na congregação, são responsabilizados mais do que deveriam pelo declínio. Às vezes, Deus nos faz passar por altos e baixos e há muito mais para avaliar sobre a saúde da Igreja do que se a igreja tem “mais” pessoas este ano do que no ano passado. O declínio pode revelar muitos problemas, mas também pode ser uma fonte de encorajamento para o pastor. Pastores, preguem a Palavra, amem as pessoas, fiquem por um tempo e que Deus lhe dê graça para discenir o significado do “declínio”. Pr. Brian Croft Pastor Efetivo da Auburndale Baptist Church em Louisville, Kentucky. Ministério Fiel

quarta-feira, 14 de março de 2018

Testemunho: Ator revela que evangelizava nos bastidores da Rede Globo


Da Adiberj:

O ator Felipe Folgosi, conhecido por ter feito várias novelas na Rede Globo, testemunhou sobre sua conversão. Ele, que havia se convertido na adolescência, conta que se desviou aos 30 anos e fala sobre o processo de retornar a Cristo após 10 anos longe de Deus.
“Nasci em uma família de classe média, que eu brinco ser católica apostólica espírita esotérica romana. Nós íamos à missa, mas existia uma busca espiritual da minha mãe. Ela sentia a necessidade de que algo estava faltando e eu acompanhava ela nessas viagens”. Felipe conta que quando muito pequenos seus pais se separaram. “Isso foi bem traumático para mim, esse rompimento familiar”.
Ele diz que muitas coisas podem abalar as famílias, inclusive as novelas. “Cada vez mais o conceito de família tem sido bombardeado pela mídia, pelas novelas. Também existe o movimento que quer tentar desestruturar a família, que a base da sociedade. Biologicamente, não é que é uma construção social, mas é que na natureza para se reproduzir, para perpetuação da vida a gente precisa do macho da fêmea”, ressalta.
“Mas de qualquer forma, existe uma teoria de que o Estado pode ajudar você a cuidar do seu filho sozinho, mas o estado não é Deus e a família continua sendo necessária. Quando os meus pais se separaram isso me deixou bem inseguro. Quando isso tira o chão debaixo dos seus pés você começa a ficar desestabilizado”, comentou.
“Para piorar, com 15 anos a minha mãe foi diagnosticada com doença chamada calcificação da válvula mitral. O risco de morte era algo bem me desestabilizou mais ainda, porque a minha família já foi quebrada então eu poderia perder a minha mãe. Nós estávamos passando por uma crise financeira”, disse.
“Essa foi uma época de aprender a conhecer a Deus a depender de Deus”. Aos 15 anos a mãe de Felipe foi abordada por um amigo cristão em um supermercado e entregou sua vida a Jesus e uma oração feita lá mesmo.
“Na adolescência eu tive dois sonhos. Um deles era trabalhar em cinema, porque aos 14 anos eu trabalhava em uma locadora de vídeo. Com 15 eu fui fazer um curso de teatro, mas era um sonho muito distante. E quando eu cheguei na época de decisão, sobre o que fazer profissionalmente eu escolhi fazer publicidade”. Tempo depois, ele fez um teste para uma minissérie na Rede Globo e passou.
“Deus é capaz de fazer coisas boas para nós e ao mesmo tempo cumprir seu propósito. Isso aconteceu comigo porque Ele juntou todos os desejos que eu tinha. Eu trabalhava com ator e como missionário, porque eu acredito que nós somos missionários onde nós estamos, sendo pescador de homens”, disse.
“Eu nunca me envergonhei do Evangelho de Cristo, desde sempre eu sabia que ali era um campo missionário. Lá dentro evangelizei várias pessoas. Muita gente tinha a idéia de que ser cristão era ser alienado, mas eles viram que era diferente. Para muitos, ser evangélico é um atestado de burrice e foi muito interessante ver como as pessoas reagiram a mim”, contou.
Assista o Testemunho do Ator:


quarta-feira, 7 de março de 2018

Convenção Batista Brasileira lança gibi infantil para combater a ideologia de gênero


Do ADIBERJ:

O novo projeto está focado em usar um gibi colorido de 15 páginas para ajudar pais e professores a explicarem de forma didática para as crianças sobre o verdadeiro conceito de identidade.
O combate à ideologia de gênero deixou de ser uma preocupação exclusiva de pais e militantes pró-família e agora tem sido uma causa abraçada também por igrejas. Exemplo disso, é uma Convenção Batista Brasileira, que está se mobilizando para lançar o projeto Viva a Diferença, no dia 20 de março, em Curitiba, na igreja Batista do Bacacheri. 
O novo projeto está focado em usar um gibi colorido de 15 páginas para ajudar pais e professores a explicarem de forma didática para as crianças sobre o verdadeiro conceito de identidade. Segundo um comunicado oficial emitido pela organização, “o objetivo é fortalecer a equidade entre os sexos, valorizando suas diferenças e pacotes, conforme ensinamentos bíblicos”. 
Distribuído de forma totalmente gratuito, o novo gibi será produzido em português, inglês e espanhol “Você terá em mãos uma ferramenta poderosa na luta contra a ideologia de gênero”, acrescenta o comunicado oficial da Convenção Batista Brasileira. 
O texto do Gibi foi produzido pela psicóloga especialista em Direitos Humanos, Marisa Lobo e doado à CBB e à Igreja Batista do Bacacheri, que são como organizadoras do projeto. 
“Crianças com sexo e identidade, meninos e meninas são diferentes, porém, iguais em direitos. Uma sexualidade faz parte da vida e do corpo desde o nascimento. Crianças costumam questionar sobre assuntos polêmicos, o importante Segundo o pastor Luiz Roberto Silvado – líder da Igreja Batista do Bacacher e presidente da CBB – o projeto tem base total e Bíblica e também constitucional. 
“O projeto Viva a diferença tem o objetivo educar, nossas crianças cristãs, conforme ensinamentos bíblicos, verdade biológica, direitos adquiridos pela constituição federal. Como cristãos ensinamos nossas crianças que são diferentes, nasceram diferentes, tem sexo diferentes e uma identidade única em concordância com sua biologia e cultura, gerada e criada e imagem da verdade “, afirma o líder cristão. 
Uma frase “Meninos e meninas são diferentes, porém são iguais em direitos” é o que tem sido apresentado como um plano central do ensinamento que o projeto quer passar às crianças. 
“Temos direitos de vida conforme nossas tradições e fé. Como cristãos ensinamos nossas crianças diferentes, nasceram diferentes, tem sexo diferentes e uma identidade única em concordância com sua biologia e cultura, gerada e criada e imagem e semelhança de Deus. (Gênesis 1.27) “, finaliza o texto oficial emitido por CBB. 
O lançamento oficial do projeto acontecerá no dia 20 de março, às 19h30, na Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba (PR).


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A Escola do Deserto!


DO ADIBERJ/Pr. Hernandes Dias Lopes
Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.
O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.
Destacaremos, aqui, três verdades importantes:
1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos
Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração. No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar. No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus. Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.
2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão
Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos. Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.
Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.
Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.
3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra
Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo. Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.
Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.
Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra. Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.
O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!