sábado, 15 de setembro de 2018

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Um pastor deve desanimar se a igreja diminuir?

DO PORTAL ADIBERJ:
Eu eu estou impressionado com a quantidade de material que tem sido publicado sobre a revitalização de igreja. Acabei de ouvir falar de uma pesquisa que diz que 80% das igrejas dos Estados Unidos ou estão estagnadas ou estão entrando em declínio. Sou grato pelos esforços daqueles que buscam trazer vida para essas igrejas que enfrentam dificuldades. Eu sou um deles. Contudo, eu tenho estado cada vez mais preocupado com alguns dos materiais que tenho visto que lidam com esse problema. Saber quantas pessoas atualmente frequentam uma determinada igreja, quantas frequentavam há dez anos e o motivo do declínio pode até ser útil para entender porque aquela igreja está enfrentando dificuldades, mas nem sempre revela a história toda. Esse tipo de análise também pode ser uma fonte desnecessária de desanimo para o pastor. Quanto mais eu ouço a pressão para superar a “estagnação ou declínio” mais eu começo a imaginar circunstâncias em que o declínio numérico da igreja não é necessariamente um sinal de problemas, mas pode até ser um sinal de saúde. Há muitas outras, mas aqui estão cinco razões que me vieram à mente. Algumas, eu já experimentei na minha própria igreja: 1) Pessoas não convertidas saem porque o evangelho está sendo pregado Se há muitos membros não convertidos nas igrejas locais (e eu acredito que há), eles não vão querer ouvir um novo pastor que chega e substitui a típica mensagem de autoajuda e crescimento pessoal pelo verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, que é a única fonte para trazer vida espiritual para uma igreja morta. Quando os membros não convertidos da igreja não vão embora, eles acabam causando problemas, especialmente quando ocupam um cargo de liderança. Pregar o evangelho é a coisa certa a se fazer e é a única coisa que pode vivificar uma igreja. Um pastor jamais pode ficar desanimado ao perder pessoas por declarar o evangelho. 2) Membros da Igreja morrem e vão para Cristo Tivemos um ano em que perdemos diversos amados irmãos idosos e a quantidade que morreu foi maior do que os novos membros que recebemos no mesmo ano. Um pastor deve celebrar conduzir fielmente os doces santos de Cristo ao seu lar eterno e não ficar inquieto para “substitui-los” no mesmo instante. 3) Pastores e missionários são testados, treinados, confirmados e enviados para o ministério No mesmo ano, diminuímos em número não somente por causa das mortes, mas porque enviamos para o ministério duas famílias, em quem tínhamos investido e preparado. Então, lembro-me que alguém veio falar comigo que estava preocupado com o declínio numérico e eu respondi: “Na verdade, aos olhos de Deus, talvez este tenha sido um dos anos mais frutíferos”. Minha resposta foi bem recebida e nós dois ficamos encorajados pelos motivos do declínio e pelas dificuldades financeiras naquele ano e as duas coisas se recuperaram no ano seguinte. 4) Um processo cuidadoso para receber novos membros é estabelecido Aumentar o padrão para ser recebido como membro e proteger a porta da frente podem inicialmente fazer com que uma quantidade menor de pessoas entre para a igreja, mas Deus é honrado quando pastores se certificam de que os crentes em Jesus Cristo são os únicos que se tornam membros da igreja, mesmo que o número de membros não cresça tanto quanto ele gostaria. 5) Um novo pastor assume uma igreja que está em declínio há muito tempo Se você fizer como eu fiz e assumir uma igreja que está em declínio há décadas, é um desafio mudar o padrão. É algo que requer tempo. Às vezes, demora anos. Eu converso com muitos pastores jovens que em dois anos já estão desanimados porque não conseguiram mudar os padrões que levaram a igreja ao declínio. Lembre-se do que você herdou e se demorou 30 anos para que sua igreja chegasse ao ponto que está hoje, talvez demore mais 30 anos para mudar. Mas o evangelho e a Palavra de Deus são suficientes para fazer exatamente isso ao longo do tempo. Portanto, queridos irmãos e pastores, continuem firmes. Talvez você esteja causando o declínio e, se este for o caso, você precisa seriamente examinar a si mesmo diante de Deus, pedindo que esses pontos fracos sejam revelados. Contudo, em muitos casos, pastores imperfeitos, especialmente aqueles que são novos na congregação, são responsabilizados mais do que deveriam pelo declínio. Às vezes, Deus nos faz passar por altos e baixos e há muito mais para avaliar sobre a saúde da Igreja do que se a igreja tem “mais” pessoas este ano do que no ano passado. O declínio pode revelar muitos problemas, mas também pode ser uma fonte de encorajamento para o pastor. Pastores, preguem a Palavra, amem as pessoas, fiquem por um tempo e que Deus lhe dê graça para discenir o significado do “declínio”. Pr. Brian Croft Pastor Efetivo da Auburndale Baptist Church em Louisville, Kentucky. Ministério Fiel

quarta-feira, 14 de março de 2018

Testemunho: Ator revela que evangelizava nos bastidores da Rede Globo


Da Adiberj:

O ator Felipe Folgosi, conhecido por ter feito várias novelas na Rede Globo, testemunhou sobre sua conversão. Ele, que havia se convertido na adolescência, conta que se desviou aos 30 anos e fala sobre o processo de retornar a Cristo após 10 anos longe de Deus.
“Nasci em uma família de classe média, que eu brinco ser católica apostólica espírita esotérica romana. Nós íamos à missa, mas existia uma busca espiritual da minha mãe. Ela sentia a necessidade de que algo estava faltando e eu acompanhava ela nessas viagens”. Felipe conta que quando muito pequenos seus pais se separaram. “Isso foi bem traumático para mim, esse rompimento familiar”.
Ele diz que muitas coisas podem abalar as famílias, inclusive as novelas. “Cada vez mais o conceito de família tem sido bombardeado pela mídia, pelas novelas. Também existe o movimento que quer tentar desestruturar a família, que a base da sociedade. Biologicamente, não é que é uma construção social, mas é que na natureza para se reproduzir, para perpetuação da vida a gente precisa do macho da fêmea”, ressalta.
“Mas de qualquer forma, existe uma teoria de que o Estado pode ajudar você a cuidar do seu filho sozinho, mas o estado não é Deus e a família continua sendo necessária. Quando os meus pais se separaram isso me deixou bem inseguro. Quando isso tira o chão debaixo dos seus pés você começa a ficar desestabilizado”, comentou.
“Para piorar, com 15 anos a minha mãe foi diagnosticada com doença chamada calcificação da válvula mitral. O risco de morte era algo bem me desestabilizou mais ainda, porque a minha família já foi quebrada então eu poderia perder a minha mãe. Nós estávamos passando por uma crise financeira”, disse.
“Essa foi uma época de aprender a conhecer a Deus a depender de Deus”. Aos 15 anos a mãe de Felipe foi abordada por um amigo cristão em um supermercado e entregou sua vida a Jesus e uma oração feita lá mesmo.
“Na adolescência eu tive dois sonhos. Um deles era trabalhar em cinema, porque aos 14 anos eu trabalhava em uma locadora de vídeo. Com 15 eu fui fazer um curso de teatro, mas era um sonho muito distante. E quando eu cheguei na época de decisão, sobre o que fazer profissionalmente eu escolhi fazer publicidade”. Tempo depois, ele fez um teste para uma minissérie na Rede Globo e passou.
“Deus é capaz de fazer coisas boas para nós e ao mesmo tempo cumprir seu propósito. Isso aconteceu comigo porque Ele juntou todos os desejos que eu tinha. Eu trabalhava com ator e como missionário, porque eu acredito que nós somos missionários onde nós estamos, sendo pescador de homens”, disse.
“Eu nunca me envergonhei do Evangelho de Cristo, desde sempre eu sabia que ali era um campo missionário. Lá dentro evangelizei várias pessoas. Muita gente tinha a idéia de que ser cristão era ser alienado, mas eles viram que era diferente. Para muitos, ser evangélico é um atestado de burrice e foi muito interessante ver como as pessoas reagiram a mim”, contou.
Assista o Testemunho do Ator:


quarta-feira, 7 de março de 2018

Convenção Batista Brasileira lança gibi infantil para combater a ideologia de gênero


Do ADIBERJ:

O novo projeto está focado em usar um gibi colorido de 15 páginas para ajudar pais e professores a explicarem de forma didática para as crianças sobre o verdadeiro conceito de identidade.
O combate à ideologia de gênero deixou de ser uma preocupação exclusiva de pais e militantes pró-família e agora tem sido uma causa abraçada também por igrejas. Exemplo disso, é uma Convenção Batista Brasileira, que está se mobilizando para lançar o projeto Viva a Diferença, no dia 20 de março, em Curitiba, na igreja Batista do Bacacheri. 
O novo projeto está focado em usar um gibi colorido de 15 páginas para ajudar pais e professores a explicarem de forma didática para as crianças sobre o verdadeiro conceito de identidade. Segundo um comunicado oficial emitido pela organização, “o objetivo é fortalecer a equidade entre os sexos, valorizando suas diferenças e pacotes, conforme ensinamentos bíblicos”. 
Distribuído de forma totalmente gratuito, o novo gibi será produzido em português, inglês e espanhol “Você terá em mãos uma ferramenta poderosa na luta contra a ideologia de gênero”, acrescenta o comunicado oficial da Convenção Batista Brasileira. 
O texto do Gibi foi produzido pela psicóloga especialista em Direitos Humanos, Marisa Lobo e doado à CBB e à Igreja Batista do Bacacheri, que são como organizadoras do projeto. 
“Crianças com sexo e identidade, meninos e meninas são diferentes, porém, iguais em direitos. Uma sexualidade faz parte da vida e do corpo desde o nascimento. Crianças costumam questionar sobre assuntos polêmicos, o importante Segundo o pastor Luiz Roberto Silvado – líder da Igreja Batista do Bacacher e presidente da CBB – o projeto tem base total e Bíblica e também constitucional. 
“O projeto Viva a diferença tem o objetivo educar, nossas crianças cristãs, conforme ensinamentos bíblicos, verdade biológica, direitos adquiridos pela constituição federal. Como cristãos ensinamos nossas crianças que são diferentes, nasceram diferentes, tem sexo diferentes e uma identidade única em concordância com sua biologia e cultura, gerada e criada e imagem da verdade “, afirma o líder cristão. 
Uma frase “Meninos e meninas são diferentes, porém são iguais em direitos” é o que tem sido apresentado como um plano central do ensinamento que o projeto quer passar às crianças. 
“Temos direitos de vida conforme nossas tradições e fé. Como cristãos ensinamos nossas crianças diferentes, nasceram diferentes, tem sexo diferentes e uma identidade única em concordância com sua biologia e cultura, gerada e criada e imagem e semelhança de Deus. (Gênesis 1.27) “, finaliza o texto oficial emitido por CBB. 
O lançamento oficial do projeto acontecerá no dia 20 de março, às 19h30, na Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba (PR).


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A Escola do Deserto!


DO ADIBERJ/Pr. Hernandes Dias Lopes
Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.
O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.
Destacaremos, aqui, três verdades importantes:
1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos
Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração. No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar. No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus. Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.
2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão
Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos. Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.
Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.
Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.
3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra
Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo. Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.
Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.
Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra. Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.
O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A Esposa e a Prostituta

Pb. Gutemberg.

(ILUSTRAÇÃO)
A Esposa deita com seu marido, com ele se relaciona, faz a sua vontade, e nisso também recebe prazer, nada é cobrado, tudo é feito por amor e com amor, a Esposa jamais cobraria 1 real por deitar-se com seu cônjuge.

A prostituta deita com seu cliente, com ele se relaciona, faz a sua vontade, mas há um preço, um valor, ela é paga pelo serviço. E muitos desses grupos de louvores, cantores, pregadores, e missionários por aí (SEM GENERALIZAR)?

Dizem-se Esposas e Noivas de Cristo, mas eles estão agindo como Esposas ou Prostitutas? 

Quando alguém é convidado para pregar e/ou louvar a Deus, e cobra cachês altos que vão muito além do simples custo de sua viagem, alimentação, etc...

Não estariam cobrando a noite de prazer com o Noivo?


A Noiva não cobra pra pregar, pra cantar, a Noiva sente prazer em ter comunhão com Cristo, quem cobra 10; 20; 30 reais a hora é a prostituta...

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Moradores do Bairro do Coqueiro em Surubim, agora tem uma porta aberta para adorar o Rei dos Reis, Jesus.

Da redação
(Divulgação)
Com o Lema “Lugar de Viver um Novo Tempo”, foi inaugurado com muito louvor neste domingo (07), o Templo da Igreja AVIVAFÉ.

O espaço localizado à Av. Marilda Arruda Guerra, número 17, Bairro do Coqueiro em Surubim, agreste de Pernambuco, se tornou pequeno diante do número de pessoas evangélicas e não evangélicas que compareceram para glorificar o nome do Senhor Jesus Cristo.

Todas as pessoas que ainda não conhecem o verdadeiro evangelho passam a contar com os trabalhos evangelísticos de uma igreja que inicia pequena, porém grande em amor. Com o propósito de realizar uma obra diferenciada, por meio da evangelização em células, o pastor Melqui Ferreira e demais auxiliares, agradecem a Deus por esta porta que se abre, e se colocam a servir o Reino do Senhor dos Senhores e ao ser humano, que carecem de amor e da palavra de vida.
  
Surubim que é conhecida por Capital da Vaquejada, com o surgimento da AVIVAFÉ, Passará a ser chamada de Capital do Senhor Jesus.



“Nenhum pastor é meu concorrente em Surubim ou em qualquer lugar” afirma Melqui. Os cultos ocorrerão às terça-feira 19h30 e Domingo às 16h.