Dia da Igreja Perseguida!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O bom é inimigo do ótimo!

“Fazei tudo com amor” (1 Coríntios 16.14)
(Pastor Oswaldo)
Quantas vezes já ouvimos alguém falar: “está bom assim”. Em nossa cultura – e esta é uma cultura nefasta -, aprendemos com familiares e até colegas de trabalho e de escola que o importante é alcançarmos a nota para passarmos e realizarmos o trabalho comum ou cumprirmos a tarefa. Não precisamos ter disciplina, nos esforçarmos, buscarmos a excelência e estarmos descontentes com o comum. Ledo engano. Se queremos ser profissionais competentes, vocacionados com consciência de missão, pessoas que fazem a diferença, pessoas excelentes, precisamos mudar a mentalidade do “está bom assim”.
Tudo o que Deus fez era muito bom, excelente, com qualidade superior. Ele olhou para a sua natureza e teve gozo extremo, profunda alegria e satisfação. Nós somos filhos desse Deus Criador, Criativo, Sustentador e Salvador (João 1.12). O nosso Pai – Criador e Salvador nosso – nunca se contentou com o bom (Gn 1.31). A Sua criação, a sustentação de todas as coisas e a redenção em Cristo são excelentes. O nosso Pai é modelo de excelência. Ele nos ensina com a Sua Palavra como podemos viver acima da mediocridade. Como Filho, o Senhor Jesus fez um trabalho excelente para o Pai. Ele treinou homens com excelência para cumprirem a missão (Mt 28.18-20).
O Brasil é medíocre porque a sua população é, em sua maioria, a do jeitinho, do comum, “qualquer coisa serve” e “está bom assim”. Não temos compromisso com o horário, não temos disciplina nos projetos que trabalhamos, somos especialistas em rotina cansativa, por qualquer motivo faltamos a escola e ao trabalho, não somos estudiosos, perseverantes, e nos contentamos com o pouco, com o que é medíocre. O bom é inimigo do ótimo, do excelente. Notas baixas, rendimento baixo e produtos de baixa qualidade são fruto da mentalidade do “está bom assim”.
Aprecio ver as cidades do primeiro mundo. Não fico com inveja, mas gostaria que as cidades brasileiras fossem limpas, organizadas, com transporte coletivo excelente, com segurança eficiente e eficaz, com jardins criativos e otimamente cuidados; com a destinação competente dos resíduos sólidos, com energia limpa, com um povo educado, limpo, caprichoso e que busca a toda a hora a excelência em tudo o que faz. Isso tem muito a ver com o pensamento cunhado por um líder norte-americano: “pessoas certas, nos lugares certos e pelas razões certas”.
Não nos contentemos com o comum, com a acomodação e muito menos com a estagnação. Sejamos criteriosos em tudo o que fizermos. Planejemos bem as coisas, pois “quem falha em planejar, planeja falhar”. Deus não é glorificado quando em vez de fazermos coisas excelentes, as fazemos comuns, de qualquer jeito. Temos sido como o servo que, ao receber o talento do seu senhor, o enterrou, em vez de multiplicá-lo. Temos enterrado talentos em nossa acomodação doentia que está a um passo da estagnação mortal. Que o Pai nos livre do “está bom assim” e nos dê a graça de possuirmos um estilo de vida comprometido com a excelência. Que cada de nós diga diante de Deus: “Senhor, eu não quero o ‘está bom assim’, mas desejo ardentemente a excelência, o ótimo, aquilo que exalta e dignifica o teu excelso nome!
Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob
Pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa – RJ
Colunista do Portal Adberj.



sábado, 24 de setembro de 2016

Pergaminho revela um dos primeiros textos do Antigo Testamento

Do Yahoo Noticias/AFP.
(Foto: Reprodução)
Um frágil pergaminho hebraico, que acaba de ser aberto e digitalizado, revelou a cópia mais antiga de uma escritura bíblica do Antigo Testamento já encontrada, anunciou na quarta-feira um grupo de pesquisadores.
Conhecido como o pergaminho En-Gedi, o rolo contém um texto do Levítico e data pelo menos dos séculos III ou IV, e possivelmente antes, segundo um artigo da revista Science Advances.
Trata-se do pergaminho mais antigo já encontrado do Pentateuco, a coleção dos cinco primeiros livros da Bíblia.
A publicação afirmou que decifrar seu conteúdo foi "uma importante descoberta da arqueologia bíblica".
O pergaminho em si não é o mais antigo já encontrado. Tal honra pertence ao bíblico Manuscritos do Mar Morto, que data de entre o século III antes de Cristo e o século II da nossa era.
A datação por radiocarbono mostrou que o pergaminho En-Gedi data do século III ou IV depois de Cristo, embora alguns especialistas acreditem que possa ser mais antigo.
As análises sobre o estilo da caligrafia e os traços das letras sugerem que poderia ser da segunda metade do século I ou de princípios do século II depois de Cristo.
Por muito tempo se pensou que seu conteúdo havia sido perdido para sempre porque o rolo foi queimado no século VI e era impossível tocá-lo sem que se desfizesse em cinzas.
O pergaminho foi encontrado em 1970 por arqueólogos em En-Gedi, lugar de uma antiga comunidade judia do fim do século VIII. Seus fragmentos foram preservados por décadas pela Autoridade de Antiguidades de Israel.
"A estrutura principal de cada fragmento, completamente queimada e esmagada, tinha se transformado em pedaços de carvão que continuavam se desintegrando cada vez eram tocados", disse o estudo.
Os pesquisadores utilizaram como ferramenta um avançado scanner digital para "desenrolá-lo virtualmente" e ver seu conteúdo.
"Ficamos impressionados com a qualidade das imagens", disse Michael Segal, diretor da Escola de Filosofia e Religião da Universidade Hebraica de Jerusalém.
Os cientistas também ficaram impactados com "o fato de que nessas passagens o pergaminho En-Gedi Levítico é idêntico em todos os seus detalhes, tanto as letras como a divisão em seções, ao que chamamos de texto massorético, o texto judaico vigente até hoje", disse Segal.
Os pesquisadores esperam que as técnicas utilizadas para lê-lo sirvam também para outros pergaminhos danificados, incluindo alguns da coleção do Livro do Mar Morto, que continua sendo indecifrável.



sábado, 13 de agosto de 2016

A diferença entre a política e a “politicagem”

A falta de compreensão dessa diferença é que tem definido a postura da maioria do povo brasileiro, uma postura confusa e de escolhas equivocadas e maléficas no contexto político brasileiro. Os eleitores tendenciosos e os candidatos interesseiros que são eleitos é que formam a politicagem que presenciamos nesta crise pela qual passa o Brasil. Examinaremos a grande diferença entre a política e a politicagem.
A palavra política vem da língua grega e significa “o governo da cidade”. Ela tem a ver com “boas maneiras, urbanidade, cavalheirismo, polidez, gentileza, civilidade, benevolência, humildade, acolhimento…”.[1] É o compromisso com a governabilidade e com a gestão eficiente, eficaz, apaixonada e zelosa da cidade. O político autêntico, por vocação e não por vacação, é uma pessoa comprometida com a excelência em governar uma cidade ou legislar com justiça. O político é alguém que está engajado na construção de um projeto de Estado e não simplesmente de um movimento de governo que visa perpetuar-se no poder pelo poder. Ele está interessado no bem da nação, bem como contribuir de forma decisiva para o fortalecimento das instituições do Estado brasileiro. O político é um servo do povo e para o povo. O seu poder emana do povo para servir o povo com equidade, compromisso, amor, empatia, simpatia, respeito e competência. Ele não tem interesses próprios, mas trabalha fielmente para os interesses dos seus eleitores sempre obedecendo a Constituição. Tudo que é possível fazer para facilitar a vida dos cidadãos é do âmbito do político vocacionado para o cargo eletivo ou indicado para um cargo público com base na meritocracia. O político não procura cargos, mas cargas. É uma pessoa comprometida com o trabalho de melhorar a qualidade de vida da população. Ele busca se aprofundar em sua função delegada pelo voto. O político vocacionado é uma pessoa estudiosa, aplicada, disciplinada e determinada nas suas atribuições definidas em lei. Ele veste a camisa do serviço abnegado para beneficiar o cidadão que paga os impostos. O homem público é trabalhador e responsável. Tem consciência da envergadura da missão que recebeu dos eleitores.
A palavra politicagem é uma deformação da política e quer dizer: “corporativismo, espírito de classe, fisiologismo, rabo preso; filosofia sectária, mercantil; mercantilismo, partidarismo, comprometimento, unilateralidade, política de campanário, politiquice, venalidade, chicana, nepotismo, favoritismo, parcialidade, suspeição, sutileza, astúcia, artimanha, desvario, extravagância, desatino, facciosismo, má fé, fanatismo, corrupção, suborno e tráfico de influência”.[2] Estes significados traduzem muito bem a grande maioria que está na gestão pública ou em cargos eletivos. Poderia se dizer o contrário, mas não seria real ou verdadeiro. A politicagem anda solta como um vírus em todo o corpo do Estado brasileiro. As instituições estão cheias de gente politiqueira.  Essa gente está preocupada em levar os cargos na maciota. O politiqueiro, o que pratica a politicagem, está interessado em favorecer a si, sua família e seus apadrinhados. Ele não está preocupado com a meritocracia, mas com os seus interesses meramente pessoais. Quando se fala em político, a lembrança é de egoísmo, egolatria, incompetência, maldade, fisiologismo e alto interesse em benefício próprio. Geralmente o politiqueiro é reacionário. Ele não tem princípios, mas principado. Não tem personalidade, pois o partido é que manda. O politiqueiro não tem coerência. É triste sustentar politiqueiro. Ele custa muito caro aos cidadãos que pagam pesados impostos. Partidos e politiqueiros são ineficientes, perdulários, irresponsáveis com o dinheiro público. Ganham muito para nada fazerem. São como camarões, que vivem nas costas do Brasil. É muito triste e pesado lidar com politiqueiro. Ele sé aparece de quatro em quatro anos. Muitos políticos se elegem pela compra de votos. No exercício dos cargos, geralmente não há prestação de contas.
Os que praticam a politicagem gostam de visitar os pastores e as igrejas. Fazem média. Parecem amigos, mas não são. Os politiqueiros utilizam todos os meios para impressionarem os incautos. Poucos brasileiros são massa crítica. Infelizmente, a maioria não sabe votar, não sabe exercer a cidadania responsável. Os politiqueiros se elegem por causa dos cidadãos irresponsáveis e imaturos, que não pensam e que não têm discernimento.  No ambiente da politicagem muitos se candidatam para elegerem os mais conhecidos e, assim, conseguirem uma boquinha com os que foram eleitos. É a politicagem do apadrinhamento da troca. Uma das cenas mais dantescas é o programa eleitoral nos meios de comunicação de massa. É sofrível ver. Na verdade, causa asco, nojo. Podemos perceber claramente que na politicagem a pessoa se candidata a um emprego e não a uma vocação, a uma missão ou a um compromisso inadiável e inalienável com o povo. Os salários e os benefícios são atraentes. Na politicagem, se possível, emprega-se todos os familiares e agregados.
Nesse tempo tão tumultuado, quando passamos por uma crise profunda, precisamos dizer não, definitivamente não, à politicagem. Precisamos de políticos de caráter. É necessário dizer sim à política séria, comprometida com a verdade, com a integridade, com a governabilidade e com o bem-estar do povo. A política está à serviço da justiça social, distribuição de renda, saúde de qualidade, segurança eficaz e eficiente, educação de excelência e uma consciência profunda de igualdade e fraternidade. O Brasil não avançará enquanto houver politicagem, isto é, nepotismo, corrupção e os outros desmandos. Precisamos eliminar no voto os maus políticos, os que praticam a politicagem. Os partidos são cabides de emprego e não formadores de cidadania e desenvolvimento sustentável. Que Deus nos livre dos politiqueiros e nos dê políticos que amem o Brasil, mas, acima de tudo, amem a Deus, nosso Criador e Redentor, Senhor da História. 

Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob
Pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa – RJ
Colunista deste Portal

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Honrar com os lábios não adianta

Da Adiberj.
( Ilustração)
E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. (Marcos 7:6,7)
Você já percebeu como as pessoas são capazes de prometer e não cumprir? Já percebeu, também, como as pessoas são capazes de dizer que são o que, na verdade, não são? E quando as pessoas falam de Deus, dizem que são de Deus, cantam hinos, demonstram piedade no que falam mas não têm nada disso no coração? Isso é pior ainda!
Coloque uma coisa na sua cabeça: não há compromisso com Deus apenas através de palavras! Honrar a Deus é coisa séria! Quem escolhe viver para Deus, deverá viver de forma piedosa, de forma diferenciada daqueles que não O conhecem. Viver para Deus é fazer a vontade dele e não a nossa. Viver para Deus causa espanto às pessoas que não sabem o que é isso. Hoje, há muitos religiosos, frequentadores de Igreja, mas poucos cristãos. O interessante é, que no texto citado acima, Jesus estava falando justamente com religiosos, mas de que adianta ser religioso? Segundo Jesus, de nada.
“Hipócritas”: foi este adjetivo que Jesus usou para eles. Eram hipócritas, falsos, porque honravam com os lábios, mas não com o coração. Em nossos dias não é diferente. Hoje, também, muitos religiosos estão espalhados por aí desonrando o nome de Deus através de suas atitudes. São hipócritas, estão com o coração longe do Senhor, não têm entendimento do quanto isso vai lhes acarretar de problemas. Creio que alguns erram por falta de conhecimento, mas outros conhecem bem a verdade, porém agem de acordo com o que querem e não conforme a vontade do Senhor.
Honrar com os lábios é honrar em vão. É um culto que não serve de nada. É até uma afronta ao Senhor. Veja o que diz a Bíblia: “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mateus 22:37). Deus não quer palavras, Ele quer nossa vida, todo nosso ser voltado para Ele. Deus quer ser honrado pelo nosso interior e, quando isso ocorrer, nossos lábios manifestarão a mudança que Deus fez em nós, não O honraremos em vão, nosso coração estará perto dele e Ele estará conosco.

Wanderson Miranda de Almeida
Membro da Igreja Batista Betel de Italva – RJ

quinta-feira, 30 de junho de 2016

“Lutero não estava errado ao propor a reforma”, afirma Papa Francisco

(Foto: Divulgação)
Durante sua viagem de volta para Roma, o Papa Francisco concedeu uma coletiva onde foi questionado a respeito da Reforma Protestante, dizendo que para a Igreja da época, Lutero não estava errado.
“Acredito que as intenções de Lutero não tenham sido erradas, era um reformador, talvez alguns métodos não foram corretos, mas naquele tempo, se lemos a história do Pastor – um alemão luterano que se converteu e se fez católico – vemos que a Igreja não era precisamente um modelo a imitar: havia corrupção, mundanismo, apego à riqueza e ao poder”, declarou o líder católico que voltava da Armênia.
Francisco afirmou que Lutero era “inteligente” e “deu um passo adiante” dizendo os motivos que o levaram a tomar tais passos. “Hoje protestantes e católicos estamos de acordo na doutrina da justificação: neste ponto tão importante não havia errado. Ele fez um remédio para a Igreja, depois esse remédio se consolidou em um estado de coisas”.
O líder católico, porém, criticou as divisões entre as igrejas propondo uma aproximação. “A diversidade é o que talvez nos fez tanto mal a todos e hoje procuramos o caminho para encontrar-nos depois de 500 anos. Eu acho que o primeiro que devemos fazer é rezar juntos. Depois devemos trabalhar pelos pobres, os refugiados, tantas pessoas sofrendo, e, por fim, que os teólogos estudem juntos procurando… Este é um caminho longo.”
Contudo, o Papa entende que só haverá uma unidade plena depois da volta de Cristo. “Certa vez disse brincando: ‘eu sei quando será o dia da unidade plena, o dia depois da vinda do Senhor’. Não sabemos quando o Espírito Santo fará esta graça. Mas, enquanto isso, devemos trabalhar juntos pela paz”.

Fonte: Gospel Prime/Adiberj

terça-feira, 28 de junho de 2016

Devocional: A Primazia do Amor

“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei. “Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.” (1 Coríntios 13.1-3)
Se no mundo dos homens o máximo está na capacidade de realização, no Reino de Deus está na capacidade de amar. A realização também é importante, mas não de qualquer forma, não por qualquer razão. No Reino de Deus é preciso amor. É o amor que dá valor a tudo mais. Se não há amor, não tem valor. Enquanto nos dividimos e nos orgulhamos de nossa própria ideia do que seja o sinal, a maior evidência de que estamos manifestando o poder e a presença de Deus, Paulo, de forma simples e direta, declara que tal evidência é o amor. Quando pessoas estão envolvidas com Deus e estão realizando Sua vontade neste mundo, a evidência é o amor.
Não é fácil para nós, que estamos acostumados e fomos treinados no mundo dos homens, seja o secular ou o religioso, aceitar e abraçar essa ideia. Estamos acostumados a construções, a conquistas, a aglomerações, a agitações e coisas assim. Essas grandiosidades próprias do nosso ego, que encantam nossos olhos e impressionam nossas mentes. A simplicidade do Reino de Deus e a centralidade do amor e das pessoas é uma grande quebra de paradigma. O mal entre nós afetou muitas coisas, mas nada foi tão afetado quanto nossa capacidade de amar. Mas Deus veio a nós em Cristo e nos amou. Estendeu a nós sua graça e deseja derrama o seu amor em nossos corações. É assim que redescobriremos a vida.
Não precisamos deixar de realizar, de aprender, de conhecer, de construir, mas não podemos continuar sem amar. E se alguma dessas coisas, em algum momento, conflitar com nosso dever de amar, o amor deve prevalecer, deve ser a nossa escolha. Deus escolheu amar e deseja nos ensinar como fazer isso. Não seremos capazes de viver neste mundo de forma isenta, sem nenhuma falha, mas podemos, apesar de nossas falhas, amar e crescer na capacidade de amar. E está justamente nisso o indicador de nossa estatura espiritual, de nossa maturidade. Portanto, escolha amar. Ame e ore pedindo a Deus que lhe ajude amar. Essa é a maior conquista espiritual da vida cristã.



terça-feira, 21 de junho de 2016

Daniele Duda um milagre de Deus entre nós.

Hoje eu tive uma das maiores alegrias de minha vida, pelo simples fato de abraçar a amiga Daniele Duda, depois de tudo que ela tem passado em sua vida. E por isso posso afirmar que o Deus do impossível opera milagres em qualquer tempo nas nossas vidas.
As belas proezas da vida se faz presente na vida humana, pelo fato de sermos criados por Deus, que conforme as palavras do livro de Gêneses  “ O começo”, no capitulo 1:27 E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Em um texto do Pr. Marcos Ávila extraído do blog da Igreja Batista Missionária e com base no livro de Lucas 10.1 Que diz “Em Lucas 10.1- Havendo passado estes acontecimentos, o SENHOR nomeou outros setenta e dois; e os enviou de dois em dois, adiante dele, a todas as cidades e lugares que ELE estava prestes a visitar.  Eles retornaram alegres, regozijados para prestarem contas, darem os seus relatórios a Jesus, pois estava acontecendo prodígios e milagres, sinais e maravilhas, o sobrenatural de Deus estava acontecendo no meio deles.
Muitos de nós ainda hoje não entendemos o propósito de Deus para nossa vida, pois acredite, Ele faz o impossível acontecer, permitindo muitas vezes que venhamos a passar por provações e coisas que como homem comum não aceitamos o que acontece com nossas vidas. Pois bem, nossa amiga (Irmã) Daniele Duda, esposa do amigo César Nascimento, é um exemplo vivo do poder de Deus, e não simplesmente de uma religião ou rótulo de igreja, por meio de sua vida se manifesta a Gloria do Deus altíssimo, para que possamos ver o agir do Espírito Santo nos dias atuais, porque muito de nós pesamos que Deus operava milagres só no passado e Ele nos mostra que não há lugar, pessoa ou tempo para que os milagres aconteçam.

Então convicto do poder infalível de Cristo Jesus, posso afirmar que Daniele nasceu novamente e é a ação dos prodígios de Deus em nosso tempo. Daniele Duda, hoje você pode olhar para dentro de sim e falar pra se mesma “ Senhor minhas lagrimas podem até durar uma noite, mas minha alegria vem ao amanhecer”, porque estais de posse de vitória.
Que o Espírito Santo de Deus haja em sua vida conforme o querer dEle para o seu viver, pois só tem o melhor para cada um de nós. Oro ao Senhor Jesus Cristo agradecido por sua vida.

O DEUS DO IMPOSSÍVEL É O DEUS QUE OPERA MILAGRES!

Escrito Por Sérgio Ramos/Diácono - Repórter e Blogueiro – 21/06/2016